Em julho de 2023, a produção industrial nacional obteve desempenho ruim e recuou em quatorze de quinze locais pesquisados.
O recuo foi de 0,6% naquele mês.
As quedas mais intensas foram no Amazonas (-8,8%), Bahia (-6,0%) e Pará (-4,4%). Além disso, as taxas negativas de Espírito Santo (-2,1%), Santa Catarina (-1,5%), Paraná (-1,4%), Mato Grosso (-1,3%), Minas Gerais (-0,9%) e Rio de Janeiro (-0,8%) também foram mais intensas que a média nacional (-0,6%). A única alta foi no Ceará (1,2%).
Frente a julho de 2022, a média de redução de 1,1% em julho de 2023 foi motivada por onze dos 18 locais pesquisados, com destaque negativo para Amazonas e Mato Grosso do Sul, que recuaram 11,1%.
Em contrapartida, os melhores resultados interanuais foram de Rio Grande do Norte e Espírito Santo, que cresceram 50,7% e 31,7%, respectivamente.
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.
LOC.: Em julho de 2023, a produção industrial nacional obteve desempenho ruim e recuou em quatorze de quinze locais pesquisados.
O recuo foi de 0,6% naquele mês.
As quedas mais intensas foram no Amazonas, Bahia e Pará, entre 4,0 e 8,0% negativos.
A única alta foi no Ceará, em 1,2%.
Em contrapartida, os melhores resultados em comparação a 2022 foram de Rio Grande do Norte e Espírito Santo, que cresceram 50,7% e 31,7%, respectivamente.
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.
Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein.