Economia - Economia·03 de janeiro de 2025

Primeiro pregão de 2025 fecha em queda

Baixa foi de 0,13% aos 120 mil pontos, em dia de queda puxada pela mineração e siderurgia

Por Lívia BrazFormada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2007, é repórter do Brasil 61 desde 2022. Ao longo de 18] anos de carreira, atuou nas redações da Record TV e na assessoria de comunicação do Governo do Distrito Federal (GDF), cobrando fatos relevantes da história do pais, como posses presidenciais e eventos jurídicos, como o julgamento do Mensalão no STF.
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A bolsa de valores brasileira fechou a quinta-feira (2), primeiro pregão do ano, em queda de 0,13% aos 120 mil pontos. O fechamento da bolsa foi impactado pelo desempenho ruim das ações, sobre as ligadas aos setores de mineração e siderurgia, como a Vale, principal ação do Ibovespa que caiu 0,55%.

Na siderurgia destaque negativo foi a para a CSN, que teve baixa de 4,97%. 
A maior baixa do dia ficou por conta das ações da Eneva, que recuaram 9,31%  Em alta as ações da CVC, que subiram 8,70%, liderando o índice nesta quinta. 

Os dados da bolsa de valores brasileira podem ser consultados no site da B3.


LOC.: A bolsa de valores brasileira fechou a quinta-feira (2), primeiro pregão do ano, em queda de 0,13% aos 120 mil pontos. O fechamento da bolsa foi impactado pelo desempenho ruim das ações, sobre as ligadas aos setores de mineração e siderurgia, como a Vale, principal ação do Ibovespa que caiu 0,55%.

Na siderurgia destaque negativo foi a para a CSN, que teve baixa de 4,97%. 
A maior baixa do dia ficou por conta das ações da Eneva, que recuaram 9,31%  Em alta as ações da CVC, que subiram 8,70%, liderando o índice nesta quinta. 

Os dados da bolsa de valores brasileira podem ser consultados no site da B3.

Reportagem, Lívia Braz 
 

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Sobre a repórter

Lívia Braz

Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2007, é repórter do Brasil 61 desde 2022. Ao longo de 18] anos de carreira, atuou nas redações da Record TV e na assessoria de comunicação do Governo do Distrito Federal (GDF), cobrando fatos relevantes da história do pais, como posses presidenciais e eventos jurídicos, como o julgamento do Mensalão no STF.