Economia - Economia·18 de novembro de 2020

Previsão de recuo do PIB diminui entre setembro e novembro

Segundo o boletim MacroFiscal, da Secretaria de Política Econômica, estimativa de queda passou de 4,7% para 4,5%

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil neste ano passou de 4,7% em setembro para 4,5% em novembro. É o que aponta o Boletim MacroFiscal, divulgado nesta semana pela Secretaria de Política Econômica, do Ministério da Economia. Para 2021, a previsão foi mantida em 3,2%.   

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Segundo o Governo Federal  alguns setores da economia brasileira já apresentam sinais de recuperação. É o caso, por exemplo, dos segmentos da indústria e do varejo, que apresentaram crescimento de mais de 20% no terceiro trimestre de 2020, de acordo com o IBGE. O setor de serviços também apresentou melhora, embora ainda esteja com níveis bem abaixo dos apresentados em fevereiro, antes da pandemia.

Em relação à projeção da inflação, a estimativa do Ministério da Economia é de que a taxa para este ano fique em 3,13%. Em setembro, a previsão estava em 1,83%. Segundo o Executivo, a alta dos alimentos é a principal causa da elevação da projeção.

A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil neste ano passou de 4,7% em setembro para 4,5% em novembro. É o que aponta o Boletim MacroFiscal, divulgado nesta semana pela Secretaria de Política Econômica, do Ministério da Economia. Para 2021, a previsão foi mantida em 3,2%.   

Segundo o Governo Federal  alguns setores da economia brasileira já apresentam sinais de recuperação. É o caso, por exemplo, dos segmentos da indústria e do varejo, que apresentaram crescimento de mais de 20% no terceiro trimestre de 2020, de acordo com o IBGE. O setor de serviços também apresentou melhora, embora ainda esteja com níveis bem abaixo dos apresentados em fevereiro, antes da pandemia.
 
Em relação à projeção da inflação, a estimativa do Ministério da Economia é de que a taxa para este ano fique em 3,13%. Em setembro, a previsão estava em 1,83%. Segundo o Executivo, a alta dos alimentos é a principal causa da elevação da projeção.
 

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.