Educação - Aulas·06 de agosto de 2020

PR: Rede municipal de ensino continua com aulas remotas por conta da pandemia

Decisão de ainda não retomar aulas presenciais foi tomada por associações regionais de municípios do estado após verificarem riscos à saúde de alunos, professores, pais e servidores das escolas

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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A rede de ensino municipal paranaense continuará com o ensino remoto. A decisão de não retomar as aulas presenciais nesse momento foi tomada após videoconferência entre os presidentes de 19 associações regionais de municípios do Paraná, que optaram por manter o isolamento das crianças nesse período de pandemia. 

O prefeito de Pérola e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Darlan Scalco, explicou, durante a reunião, que em momento algum o governo do estado determinou a volta às aulas presenciais da rede pública de ensino. Ele afirmou que toda a esfera estadual está ciente dos riscos da retomada do ensino presencial nas escolas neste momento. 

Prazo para professores e alunos opinarem sobre aulas remotas vai até 14/08

Sesc sugere orientações para escolas no retorno às aulas presenciais 

Entre os argumentos apresentados durante o encontro virtual, realizado na última terça (4), estão a necessidade de preservar a saúde dos alunos, pais, professores e servidores das escolas, e a necessidade de as prefeituras respeitarem recomendações do Ministério da Saúde de proteção à saúde dos grupos de risco.  

Outro argumento apresentado pelo prefeito de Pérola foi o de ordem financeira. Por conta da redução da atividade econômica em função do distanciamento social, ocorrida desde o início da pandemia, em março, as prefeituras sofreram uma queda drástica das receitas, incluindo dos recursos usados para o pagamento dos salários dos professores.

Segundo o prefeito, nesse momento, o estado não tem condições de abrir as escolas “sem oferecer todos os equipamentos de segurança para evitar a contaminação de professores, alunos e servidores, o que também gera aumento de custos para as prefeituras.”

A rede de ensino municipal paranaense continuará com o ensino remoto. A decisão de não retomar as aulas presenciais nesse momento foi tomada após videoconferência entre os presidentes de 19 associações regionais de municípios do Paraná, que optaram por manter o isolamento das crianças nesse período de pandemia. 

O prefeito de Pérola e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Darlan Scalco, explicou, durante a reunião, que em momento algum o governo do estado determinou a volta às aulas presenciais da rede pública de ensino. Ele afirmou que toda a esfera estadual está ciente dos riscos da retomada do ensino presencial nas escolas neste momento. 

Entre os argumentos apresentados durante o encontro virtual, realizado na última terça (4), estão a necessidade de preservar a saúde dos alunos, pais, professores e servidores das escolas, e a necessidade de as prefeituras respeitarem recomendações do Ministério da Saúde de proteção à saúde dos grupos de risco.  

Outro argumento apresentado pelo prefeito de Pérola foi o de ordem financeira. Por conta da redução da atividade econômica em função do distanciamento social, ocorrida desde o início da pandemia, em março, as prefeituras sofreram uma queda drástica das receitas, incluindo dos recursos usados para o pagamento dos salários dos professores.

Segundo o prefeito, nesse momento, o estado não tem condições de abrir as escolas “sem oferecer todos os equipamentos de segurança para evitar a contaminação de professores, alunos e servidores, o que também gera aumento de custos para as prefeituras.”

Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.