Internacional·23 de novembro de 2019

Postura de Zuckerber tem sido cada vez mais agressiva contra censura de conteúdos do Facebook na China

Empresário americano está em meio a uma “guerra” por liberdade de expressão e critica veementemente bloqueios de publicações promovidos pela China nas redes sociais

Por Cristiano GhorgomillosCristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos
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O dono do Facebook, Mark Zuckerberg, vem criticando com veemência a atuação da China que, segundo ele, está promovendo uma série de censuras, no país asiático, aos conteúdos publicados na rede social.

Na última semana, Zuckerberg criticou a postura do aplicativo e principal concorrente do Face na China, o Tik Tok, por censura aos posts publicados pelos críticos ao governo da China e, em especial, os textos, fotos e vídeos, dos manifestantes de Hong Kong.

O problema é que a postura do presidente do Facebook tem causado irritação entre os funcionários chineses da empresa. Aliás, e segundo informações do site americano The Information, um empregado de Zuckerberg na China teria praticado suicídio motivado pela “guerra” travada pelo empresário.

De acordo com a reportagem do site, cerca de 42% dos funcionários da empresa gestora do Facebook são asiáticos e ocupam cargos relevantes no desenvolvimento das tecnologias usadas pela firma de Zuckerberg.

O dono do Facebook, Mark Zuckerberg, vem criticando com veemência a atuação da China que, segundo ele, está promovendo uma série de censuras, no país asiático, aos conteúdos publicados na rede social.

Na última semana, Zuckerberg criticou a postura do aplicativo e principal concorrente do Face na China, o Tik Tok, por censura aos posts publicados pelos críticos ao governo da China e, em especial, os textos, fotos e vídeos, dos manifestantes de Hong Kong.

O problema é que a postura do presidente do Facebook tem causado irritação entre os funcionários chineses da empresa. Aliás, e segundo informações do site americano The Information, um empregado de Zuckerberg na China teria praticado suicídio motivado pela “guerra” travada pelo empresário.

De acordo com a reportagem do site, cerca de 42% dos funcionários da empresa gestora do Facebook são asiáticos e ocupam cargos relevantes no desenvolvimento das tecnologias usadas pela firma de Zuckerberg.

Reportagem, Cristiano Carlos

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Sobre a repórter

Cristiano Ghorgomillos

Cristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos