Política·18 de outubro de 2018

Possível ministro da Agricultura de Bolsonaro é criticado após dizer que "há mais espaço para desmatamento"

<p>Luiz Ant&ocirc;nio Nabhan Garcia, presidente da Uni&atilde;o Democr&aacute;tica Ruralista, tamb&eacute;m defendeu a sa&iacute;da do Brasil do Acordo de Paris</p>

Por Agência do Rádio
Áudio · 00:01:23
Ouvir áudio · 00:01:23Copiar texto

Líder nas pesquisas de intenções de votos para a presidência da República, Jair Bolsonaro já ventila possíveis nomes para seus ministérios. E um deles causa polêmica antes mesmo da indicação. A fala de Luiz Antônio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista e cotado como ministro da Agricultura de Bolsonaro, de que "há espaço para mais desmatamento na Amazônia" foi duramente criticada por ambientalistas.

Em nota oficial, o Greeenpeace classificou como infeliz e ultrapassada a opinião de Nabhan. A ONG também criticou a possibilidade de união entre os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, ideia defendida por Jair Bolsonaro.

Na declaração dada ao jornal O Estado de S. Paulo nesta semana, Nabhan classificou como absurdo “falar em desmatamento zero”. Ele também defendeu a saída do Brasil do Acordo de Paris, que propõe medidas de redução de emissão dióxido de carbono a partir de 2020 e foi assinado em 2015 por 195 países.

Nesta semana, presidentes das federações estaduais de agricultura e pecuária e o presidente da CNA, João Martins, declaram oficialmente apoio pessoal à Jair Bolsonaro através de uma nota conjunta. Líder ruralista, Nabhan é o principal articulador de Bolsonaro no setor do agronegócio.

Reportagem, Raphael Costa

#Eleições2018
 

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Agência do Rádio