Economia - Inflação·13 de junho de 2023

Planos de saúde individuais podem ficar até 9,63% mais caros

Percentual foi divulgado pela ANS

Por Luigi Mauri
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Os planos de saúde individuais e familiares podem ficar até 9,63% mais caros em 2023, conforme dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS. 

Este aumento é válido para o período entre maio de 2023 e abril de 2024, afetando quase 8 milhões de beneficiários. 

Para chegar a este valor, a ANS utilizou a metodologia que vem sendo aplicada desde 2019, a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), descontado subitem Plano de Saúde. 

O valor final do plano de saúde é impactado por fatores como a inflação das despesas em saúde, aumento ou queda da frequência de uso do plano de saúde e os custos dos serviços médicos e dos insumos, como produtos e equipamentos médicos. 

Além disso, deve-se levar em consideração a incorporação de novas tecnologias. 

A ANS diz que, em comparação aos anos anteriores, “o ano de 2021 mostrou a retomada da utilização dos serviços médico-hospitalares e esse movimento cresceu até chegar em 2022, quando passou a ser observada uma frequência de uso do plano de saúde similar ao do período pré-pandemia”.

O reajuste deve ser sentido pelo consumidor no mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado. 

Os beneficiários de planos individuais e familiares devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar se o percentual é igual ou inferior ao definido pela ANS: 9,63%. 

LOC.: Os planos de saúde individuais e familiares podem ficar até 9,63% mais caros em 2023, conforme dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS. 

Este aumento é válido para o período entre maio de 2023 e abril de 2024, afetando quase 8 milhões de beneficiários. 

Para chegar a este valor, a ANS utilizou a metodologia que vem sendo aplicada desde 2019, a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), descontado subitem Plano de Saúde. 

O valor final do plano de saúde é impactado por fatores como a inflação das despesas em saúde, aumento ou queda da frequência de uso do plano de saúde e os custos dos serviços médicos e dos insumos, como produtos e equipamentos médicos. 

Além disso, deve-se levar em consideração a incorporação de novas tecnologias. 

A ANS diz que, em comparação aos anos anteriores, “o ano de 2021 mostrou a retomada da utilização dos serviços médico-hospitalares e esse movimento cresceu até chegar em 2022, quando passou a ser observada uma frequência de uso do plano de saúde similar ao do período pré-pandemia”.

O reajuste deve ser sentido pelo consumidor no mês de aniversário do contrato, que é o mês em que o contrato foi firmado. 

Os beneficiários de planos individuais e familiares devem ficar atentos aos seus boletos de pagamento e observar se o percentual é igual ou inferior ao definido pela ANS: 9,63%. 
 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein.

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