Em Pirassununga, a responsabilidade pela definição de estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti é de uma comissão criada pela Prefeitura, formada por secretários municipais e representantes da área de combate à dengue no município. O grupo é responsável pelas ações de conscientização e acompanha casos e focos do mosquito nas localidades, e divulga os pontos para recolhimento do material descartado como potencial criadouro e as atividades de combate à dengue nos veículos de comunicação da cidade.
O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que as ações de combate à dengue devem ser feitas pelos municípios; o governo estadual auxilia se for necessário.
“O programa de controle do Aedes está incorporado aos serviços estaduais e municipais. Muitas ações de prevenção e controle do Aedes são feitas pelos municípios. O estado organiza e procura colaborar quando a situação sai do controle”.
Mesmo com o trabalho dos gestores em saúde, Pirassununga registrou 431 notificações de dengue, nos dois primeiros meses deste ano. Deste total, 231 casos foram confirmados.
Com o objetivo de diminuir os casos da doença, a prefeitura do município realiza mutirões nos bairros que têm mais focos de dengue e visita residências em busca de locais com água parada que possam se tornar criadouros do Aedes aegypti.
Além do trabalho dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é dar atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes. Essa é a única forma de prevenção.
Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.
Em Pirassununga, a responsabilidade pela definição de estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti é de uma comissão criada pela Prefeitura, formada por secretários municipais e representantes da área de combate à dengue no município. O grupo é responsável pelas ações de conscientização e acompanha casos e focos do mosquito nas localidades, e divulga os pontos para recolhimento do material descartado como potencial criadouro e as atividades de combate à dengue nos veículos de comunicação da cidade.
O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que as ações de combate à dengue devem ser feitas pelos municípios; o governo estadual auxilia se for necessário.
TEC./SONORA: Marcos Boulos, superintendente de Controle de Endemias de São Paulo
“O programa de controle do Aedes está incorporado aos serviços estaduais e municipais. Muitas ações de prevenção e controle do Aedes são feitas pelos municípios. O estado organiza e procura colaborar quando a situação sai do controle”.
Mesmo com o trabalho dos gestores em saúde, Pirassununga registrou 431 notificações de dengue, nos dois primeiros meses deste ano. Deste total, 231 casos foram confirmados.
Com o objetivo de diminuir os casos da doença, a prefeitura do município realiza mutirões nos bairros que têm mais focos de dengue e visita residências em busca de locais com água parada que possam se tornar criadouros do Aedes aegypti.
Além do trabalho dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é dar atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes. Essa é a única forma de prevenção.
Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.