Saúde·27 de janeiro de 2021

Piauí receberá coleiras para combater a leishmaniose em cães

Na primeira etapa da iniciativa, serão contempladas dez cidades piauienses que enviarão o quantitativo de cachorros a receber o acessório

Por Rafaela GonçalvesJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.
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A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) vai receber, do Ministério da Saúde, coleiras com pesticidas que ajudam a combater a picada do mosquito transmissor da leishmaniose. A doença infecciosa é causada por um protozoário do gênero leishmania e é transmitida por meio da picada do mosquito-palha, sendo endêmica no Brasil.

Na primeira etapa da iniciativa, serão contempladas dez cidades piauienses que enviarão o quantitativo de cachorros a receber o acessório. Serão contemplados, nesta fase inicial, os municípios de Teresina, Antônio Almeida, Barras. Avelino Lopes, Pavussu, Lagoa do Piauí, São Pedro do Piauí, Bom Jesus e Curimatá.

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O uso da coleira repelente é a principal forma de evitar a proliferação da  leishmaniose visceral canina, que é transmitida pelo mosquito-palha. Com a coleira, os animais deixam de ser alvo do mosquito, interrompendo a cadeia de transmissão.

 A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) vai receber, do Ministério da Saúde, coleiras com pesticidas que ajudam a combater a picada do mosquito transmissor da leishmaniose. A doença infecciosa é causada por um protozoário do gênero leishmania e é transmitida por meio da picada do mosquito-palha, sendo endêmica no Brasil.

Na primeira etapa da iniciativa, serão contempladas dez cidades piauienses que enviarão o quantitativo de cachorros a receber o acessório. Serão contemplados, nesta fase inicial, os municípios de Teresina, Antônio Almeida, Barras. Avelino Lopes, Pavussu, Lagoa do Piauí, São Pedro do Piauí, Bom Jesus e Curimatá.

O uso da coleira repelente é a principal forma de evitar a proliferação da  leishmaniose visceral canina, que é transmitida pelo mosquito-palha. Com a coleira, os animais deixam de ser alvo do mosquito, interrompendo a cadeia de transmissão.

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.