Brasil·12 de fevereiro de 2019

PF detona esquema de venda de drogas sintéticas realizada pelo WhatsApp

Traficantes atuavam em cinco estados e contavam com mais de 200 pessoas inscritas em grupo do aplicativo

Por Cristiano GhorgomillosCristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos
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Por Cristiano Carlos

A Polícia Federal deflagrou operação, nesta terça-feira (12), para combater uma quadrilha de traficantes que usava o aplicativo de smartphones, o WatsApp, para espalhar drogas em cinco estados do país. 

Os agentes da PF cumpriram 10 mandados de prisão, buscas e apreensão em São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais. Durante o início da operação, nove pessoas foram presas pelos policiais. 
   
Os investigadores passaram a monitorar anúncios de venda de drogas sintéticas nas redes sociais e conseguiram se infiltrar em grupos de WhatsApp usados pela quadrilha. Os anúncios realizados pelos traficantes no App eram por meio de vídeos e fotos de ecstasy e MDMA, uma forma mais pura do ecstasy. 

De acordo com a Polícia Federal, algumas encomendas realizadas no grupo eram despachadas pelos Correios. Ao todo, cerca de 200 pessoas faziam parte do grupo de vendas de drogas dos traficantes, no WhatsApp.   

Os suspeitos devem ser indiciados por associação e tráfico de drogas e podem pegar de três a 15 anos de prisão. 
 

A Polícia Federal deflagrou operação, nesta terça-feira (12), para combater uma quadrilha de traficantes que usava o aplicativo de smartphones, o WatsApp, para espalhar drogas em cinco estados do país. 

Os agentes da PF cumpriram 10 mandados de prisão, buscas e apreensão em São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais. Durante o início da operação, nove pessoas foram presas pelos policiais. 
   
Os investigadores passaram a monitorar anúncios de venda de drogas sintéticas nas redes sociais e conseguiram se infiltrar em grupos de WhatsApp usados pela quadrilha. Os anúncios realizados pelos traficantes no App eram por meio de vídeos e fotos de ecstasy e MDMA, uma forma mais pura do ecstasy. 

De acordo com a Polícia Federal, algumas encomendas realizadas no grupo eram despachadas pelos Correios. Ao todo, cerca de 200 pessoas faziam parte do grupo de vendas de drogas dos traficantes, no WhatsApp.   

Os suspeitos devem ser indiciados por associação e tráfico de drogas e podem pegar de três a 15 anos de prisão. 

Reportagem, Cristiano Carlos

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Sobre a repórter

Cristiano Ghorgomillos

Cristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos