Educação - Pesquisa·30 de junho de 2020

Pesquisadores da UnB concluem equipamento para descontaminação de máscaras N95

Esse tipo de insumo é bastante utilizado por profissionais de saúde

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB) concluíram um equipamento para descontaminação de máscaras N95 por meio de luz ultravioleta. A máquina de descontaminação permite que profissionais de saúde possam reutilizar esse tipo de máscara. De acordo com os desenvolvedores do equipamento, a radiação ultravioleta é uma tecnologia de baixo custo e de fácil manutenção e bastante utilizada na indústria brasileira.

O projeto teve apoio financeiro de R$ 50 mil do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC) e de R$ 80 mil do Rotary Club. Marcos Pontes, titular do MCTIC, e outros secretários da pasta visitaram o departamento da UnB onde o equipamento foi desenvolvido. 

Seis protótipos com ciclo de descontaminação de uma hora já estão prontos, sendo cinco de pequeno porte com capacidade para 60 máscaras e uma unidade com capacidade para descontaminar 150 máscaras. O projeto foi desenvolvido para atender a demanda da rede pública de saúde do Distrito Federal, mas hospitais de Goiás e Tocantins também vão contemplados com o equipamento. 

LOC.: Pesquisadores do Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB) concluíram um equipamento para descontaminação de máscaras N95 por meio de luz ultravioleta. A máquina de descontaminação permite que profissionais de saúde possam reutilizar esse tipo de máscara. De acordo com os desenvolvedores do equipamento, a radiação ultravioleta é uma tecnologia de baixo custo e de fácil manutenção e bastante utilizada na indústria brasileira.

O projeto teve apoio financeiro de R$ 50 mil do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC) e de R$ 80 mil do Rotary Club. Marcos Pontes, titular do MCTIC, e outros secretários da pasta visitaram o departamento da UnB onde o equipamento foi desenvolvido. 

Seis protótipos com ciclo de descontaminação de uma hora já estão prontos, sendo cinco de pequeno porte com capacidade para 60 máscaras e uma unidade com capacidade para descontaminar 150 máscaras. O projeto foi desenvolvido para atender a demanda da rede pública de saúde do Distrito Federal, mas hospitais de Goiás e Tocantins também vão contemplados com o equipamento.

 Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.