Saúde·10 de janeiro de 2020

Pesquisa sobre hábitos e estilo de vida da população vai ajudar na elaboração de políticas de saúde

A partir desta semana, se você tem 18 anos ou mais, e mora em uma das 26 capitais do país, além de Brasília, poderá receber uma ligação do Ministério da Saúde para participar uma pesquisa que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis no país.

Por Janary Bastos DamacenaCom formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).
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A partir desta semana, se você tem 18 anos ou mais, e mora em uma das 26 capitais do país, além de Brasília, poderá receber uma ligação do Ministério da Saúde para participar de uma pesquisa que mede os fatores de risco e de proteção para doenças crônicas não transmissíveis no país, como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração. Vigitel 2020 é a principal pesquisa feita por telefone, realizada pelo Governo Federal. Desde 2006, a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico monitora o surgimento destas doenças através de um questionário, sobre hábitos alimentares e estilo de vida. Também são verificadas a frequência e o diagnóstico médico de hipertensão arterial e diabetes, bem como a realização de exames de mamografia e de papanicolau. O resultado dessa pesquisa ajuda na elaboração das políticas públicas e estratégias de saúde adotadas para cuidar da população, como explica Eduardo Macário, diretor de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis do Ministério da Saúde. 

“A participação no Vigitel é voluntária. São cerca de 27 mil ligações que nós vamos fazer somente nesse primeiro semestre de 2020. Mas mesmo sendo voluntário é muito importante que a população participe, logicamente, busque a identificação do da pessoa que está ligando para ela ter certeza que se trata de uma pesquisa do Ministério da Saúde que não vai coletar dados individuais. E lembrando que isso é fundamental para que o Ministério da Saúde possa planejar melhor e monitorar as ações e políticas públicas de cuidado a saúde da população brasileira”.

O tempo médio para responder ao questionário é de cerca de 12 minutos. As ligações serão feitas das 9h às 21h nos dias da semana, e das 10 às 16h aos sábados, domingos e feriados. Durante a pesquisa, não será perguntada qualquer informação relacionada a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais obtidas por meio da pesquisa dizem respeito à idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor.

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O tempo médio para responder ao questionário é de cerca de 12 minutos. As ligações serão feitas das 9h às 21h nos dias da semana, e das 10 às 16h aos sábados, domingos e feriados. Durante a pesquisa, não será perguntada qualquer informação relacionada a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais obtidas por meio da pesquisa dizem respeito à idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor.

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Sobre a repórter

Janary Bastos Damacena

Com formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).