Saúde·01 de junho de 2020

Pesquisa do Ministério da Saúde revela comportamentos dos brasileiros durante a pandemia

Boa parte dos entrevistados relatou distúrbios do sono e de alimentação

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
Áudio · 00:01:34
Ouvir áudio · 00:01:34Copiar texto

Mais de 40% dos entrevistados em um estudo do Ministério da Saúde apontaram dificuldade para dormir ou dormir mais do que de costume durante a pandemia do novo coronavírus. Outros 39% relataram falta ou aumento de apetite e 87% disseram que precisaram sair de casa ao menos uma vez na semana anterior à entrevista com o órgão. 

Os dados fazem parte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico COVID-19 (Vigitel), que entrevistou mais de dois mil brasileiros. O estudo revela que compra de alimentos (75,3%), trabalho (45%), procurar serviço de saúde ou farmácia (42,1%) e tédio ou cansaço de ficar em casa (20,5%) foram os principais motivos para que as pessoas saíssem de suas residências. 

Em relação aos problemas de saúde mental, 35,3% dos entrevistados apontaram falta de interesse em fazer as coisas; 32,6% se sentiram para baixo ou deprimidos; 30,7% sentiram-se cansados ou com pouca energia, entre outros. A pesquisa mostra que o percentual de adultos que disseram higienizar as mãos e objetos tocados com frequência foi maior entre as mulheres. 

A pesquisa Vigitel contou com a parceria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e não pergunta ao cidadão o número do CPF, RG ou dados bancários. 

 Mais de 40% dos entrevistados em um estudo do Ministério da Saúde apontaram dificuldade para dormir ou dormir mais do que de costume durante a pandemia do novo coronavírus. Outros 39% relataram falta ou aumento de apetite e 87% disseram que precisaram sair de casa ao menos uma vez na semana anterior à entrevista com o órgão. 

Os dados fazem parte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico COVID-19 (Vigitel), que entrevistou mais de dois mil brasileiros. O estudo revela que compra de alimentos (75,3%), trabalho (45%), procurar serviço de saúde ou farmácia (42,1%) e tédio ou cansaço de ficar em casa (20,5%) foram os principais motivos para que as pessoas saíssem de suas residências. 

Em relação aos problemas de saúde mental, 35,3% dos entrevistados apontaram falta de interesse em fazer as coisas; 32,6% se sentiram para baixo ou deprimidos; 30,7% sentiram-se cansados ou com pouca energia, entre outros. A pesquisa mostra que o percentual de adultos que disseram higienizar as mãos e objetos tocados com frequência foi maior entre as mulheres. 

A pesquisa Vigitel contou com a parceria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e não pergunta ao cidadão o número do CPF, RG ou dados bancários. 

Reportagem, Felipe Moura. 

Últimas notícias

Dólar

Dólar fecha a R$ 4,98 nesta sexta-feira (23) antes do segundo turno das eleições

Ibovespa

Ibovespa fecha em alta de 0,76% antes do segundo turno das eleições

Loteria

Resultado da Lotofácil 3812 (23/10/2026): números sorteados

Região Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: A Região Sul terá pancadas de chuva, trovoadas e alerta de tempestade neste sábado (24)

Região Centro-Oeste

O TEMPO E A TEMPERATURA: Centro-Oeste tem calor e chuva isolada no com alerta de tempestade em Mato Grosso do Sul neste sábado (24)

Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.