Esporte·27 de março de 2019

Personalidades lamentam morte do jornalista Rafael Henzel

O profissional morreu na noite desta terça-feira (26), após sofrer um infarto enquanto jogava uma partida de futebol em Chapecó

Por Tainá FerreiraJornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.
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A notícia do falecimento do jornalista Rafael Henzel, de 45 anos, foi lamentada por políticos, personalidades e entidades ligadas ao futebol.

O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, lamentou profundamente a morte do jornalista e disse que ele “deixa um exemplo de amor à sua profissão e à cidade que escolheu para viver”. Luciano Buligon, prefeito de Chapecó, disse que Henzel “se tornou porta-voz da reconstrução da tragédia da Chapecoense pelas centenas de palestras que fez, pelos pronunciamentos nas rádios e pelos seus comentários”. O prefeito se solidarizou com toda a família e disse que o jornalista fará muita falta.

Pelas redes sociais, Jakson Follmann, um dos sobreviventes do acidente aéreo da Chapecoense, se solidarizou e disse que “tenta encontrar respostas, entender o que está acontecendo. Que Deus conforte o coração de toda a família. Deixará saudades como profissional, pai, esposo e amigo”, escreveu o ex-goleiro.

O jornalista Marcinho San, da Rádio Oeste Capital, onde Rafael Henzel trabalhava, foi o responsável por comunicar a morte aos ouvintes. Em nota, a Associação Chapecoense de Futebol lamentou o ocorrido, se solidarizou com toda a família e disse “que ele se tornou um símbolo da reconstrução do clube e, nas páginas verde e brancas da instituição, sempre haverá a lembrança de seu exemplo de superação e de tudo que fez com amor pelo time, pela cidade de Chapecó e por todos os apaixonados por futebol”. 

Uma das principais figuras do futebol brasileiro, o narrador Galvão Bueno, da TV Globo, enviou uma coroa de flores em homenagem à Henzel.

O radialista morreu na noite passada, vítima de um infarto enquanto jogava uma partida de futebol em Chapecó, no oeste catarinense. Ele chegou a ser levado ao hospital com vida, mas não resistiu. 

A notícia do falecimento do jornalista Rafael Henzel, de 45 anos, foi lamentada por políticos, personalidades e entidades ligadas ao futebol.

O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, lamentou profundamente a morte do jornalista e disse que ele “deixa um exemplo de amor à sua profissão e à cidade que escolheu para viver”. Luciano Buligon, prefeito de Chapecó, disse que Henzel “se tornou porta-voz da reconstrução da tragédia da Chapecoense pelas centenas de palestras que fez, pelos pronunciamentos nas rádios e pelos seus comentários”. O prefeito se solidarizou com toda a família e disse que o jornalista fará muita falta.

Pelas redes sociais, Jakson Follmann, um dos sobreviventes do acidente aéreo da Chapecoense, se solidarizou e disse que “tenta encontrar respostas, entender o que está acontecendo. Que Deus conforte o coração de toda a família. Deixará saudades como profissional, pai, esposo e amigo”, escreveu o ex-goleiro.

O jornalista Marcinho San, da Rádio Oeste Capital, onde Rafael Henzel trabalhava, foi o responsável por comunicar a morte aos ouvintes. Em nota, a Associação Chapecoense de Futebol lamentou o ocorrido, se solidarizou com toda a família e disse “que ele se tornou um símbolo da reconstrução do clube e, nas páginas verde e brancas da instituição, sempre haverá a lembrança de seu exemplo de superação e de tudo que fez com amor pelo time, pela cidade de Chapecó e por todos os apaixonados por futebol”. 

Uma das principais figuras do futebol brasileiro, o narrador Galvão Bueno, da TV Globo, enviou uma coroa de flores em homenagem à Henzel.

O radialista morreu na noite passada, vítima de um infarto enquanto jogava uma partida de futebol em Chapecó, no oeste catarinense. Ele chegou a ser levado ao hospital com vida, mas não resistiu. 

Reportagem, Tainá Ferreira

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Sobre a repórter

Tainá Ferreira

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB), Tainá começou na Empresa Júnior Movimento e depois atuou na TV universitária UnBTV. Depois de um tempo entrou para a redação do jornal Correio Braziliense e, após a experiência, partiu para a assessoria de imprensa.