Política·11 de junho de 2019

Pedido de liberdade de Lula deve ser julgado em 25 de junho pelo STF

O ex-presidente foi preso em abril do ano passado e cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba

Por Juliana GonçalvesA carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.
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Um pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Lula, que aponta a suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, deve ser julgado pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 25 de junho. 

No início da sessão desta terça-feira (11), o ministro Gilmar Mendes pediu a inclusão do habeas corpus na pauta do dia 25 deste mês, o que foi acolhido pelo presidente da Segunda Turma, Ricardo Lewandowski.

No pedido apresentado, a defesa do petista questiona a atuação de Moro, até então juiz federal, no processo que deu origem à condenação de Lula, no caso do tríplex do Guarujá - SP. 

O habeas corpus foi apresentado pelos advogados quando Moro aceitou o convite do presidente Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Sérgio Moro atuava na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). 

Como teve a condenação confirmada em segunda instância, Lula foi preso em abril do ano passado e levado para a Superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense. Em abril deste ano, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisou o caso e também manteve a condenação.

Um pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Lula, que aponta a suspeição do ex-juiz e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, deve ser julgado pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 25 de junho. 

No início da sessão desta terça-feira (11), o ministro Gilmar Mendes pediu a inclusão do habeas corpus na pauta do dia 25 deste mês, o que foi acolhido pelo presidente da Segunda Turma, Ricardo Lewandowski.

No pedido apresentado, a defesa do petista questiona a atuação de Moro, até então juiz federal, no processo que deu origem à condenação de Lula, no caso do tríplex do Guarujá - SP. 

O habeas corpus foi apresentado pelos advogados quando Moro aceitou o convite do presidente Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Sérgio Moro atuava na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). 

Como teve a condenação confirmada em segunda instância, Lula foi preso em abril do ano passado e levado para a Superintendência da Polícia Federal, na capital paranaense. Em abril deste ano, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisou o caso e também manteve a condenação.

Reportagem, Juliana Gonçalves 
 

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Sobre a repórter

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.