Saúde - Covid-19·28 de agosto de 2020

Parceria entre UFMG e Bio-Manguinhos conclui primeiro lote de kit sorológico para testes de covid-19

O produto utiliza como base o método Elisa - sigla em inglês para ensaio de imunoabsorção enzimática. Ele é considerado mais sensível do que os exames rápidos, o que evita falsos negativos

Por Rafael SoutoApreciador da Discotecagem mixagem e produção musical começou a trabalhar como Radialista há algum tempo. Ingressou na equipe do Brasil 61 em 2011. Sua missão como editor de áudio, é preservar a qualidades sonora para os nossos parceiros.
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Um lote do kit sorológico para testes de covid-19 foi concluído pelo Centro Tecnológico de Vacinas da UFMG (CT Vacinas) e pela Bio-Manguinhos. Trata-se de um lote piloto de detecção do novo coronavírus que, ao ser submetido a testes e aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), poderá ser produzido em larga escala. A partir aí, serão estudadas parcerias com órgãos de distribuição não comerciais.

O produto utiliza como base o método Elisa - sigla em inglês para ensaio de imunoabsorção enzimática. Ele é considerado mais sensível do que os exames rápidos, o que evita falsos negativos. Segundo o pesquisador do CT Vacinas, Flávio Fonseca, a ideia é apresentar um sistema de diagnóstico que detecta a presença de uma classe específica de anticorpos, que são os mais duradouros em resposta a qualquer infecção.

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Os pesquisadores produziram uma proteína do vírus causador da covid-19 em bactérias, que é colocada durante o teste em uma placa de plástico. Na sequência, o sangue do indivíduo analisado é inserido no mesmo ambiente. Flávio Fonseca explica que, neste caso, “se houver anticorpos, esse sangue se liga à proteína. Então, um segundo anticorpo é usado para reconhecer a presença de anticorpos ligados às proteínas do vírus produzidas em bactérias”. 

Um lote do kit sorológico para testes de covid-19 foi concluído pelo Centro Tecnológico de Vacinas da UFMG (CT Vacinas) e pela Bio-Manguinhos. Trata-se de um lote piloto de detecção do novo coronavírus que, ao ser submetido a testes e aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), poderá ser produzido em larga escala. A partir aí, serão estudadas parcerias com órgãos de distribuição não comerciais.

O produto utiliza como base o método Elisa - sigla em inglês para ensaio de imunoabsorção enzimática. Ele é considerado mais sensível do que os exames rápidos, o que evita falsos negativos. Segundo o pesquisador do CT Vacinas, Flávio Fonseca, a ideia é apresentar um sistema de diagnóstico que detecta a presença de uma classe específica de anticorpos, que são os mais duradouros em resposta a qualquer infecção.

Os pesquisadores produziram uma proteína do vírus causador da covid-19 em bactérias, que é colocada durante o teste em uma placa de plástico. Na sequência, o sangue do indivíduo analisado é inserido no mesmo ambiente. Flávio Fonseca explica que, neste caso, “se houver anticorpos, esse sangue se liga à proteína. Então, um segundo anticorpo é usado para reconhecer a presença de anticorpos ligados às proteínas do vírus produzidas em bactérias”. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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Sobre a repórter

Rafael Souto

Apreciador da Discotecagem mixagem e produção musical começou a trabalhar como Radialista há algum tempo. Ingressou na equipe do Brasil 61 em 2011. Sua missão como editor de áudio, é preservar a qualidades sonora para os nossos parceiros.