Esporte·12 de junho de 2019

Para sair da fila, Argentina aposta em sangue novo

Hermanos acumulam jejum de 26 anos sem títulos importantes

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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Com 14 troféus de Copa América no currículo, a Argentina chega ao Brasil com o objetivo de igualar o número de títulos do rival, Uruguai. Assim, os ‘hermanos’ dividiriam com a ‘celeste’, o posto de maior campeão das Américas.

O título deste ano, no entanto, pode representar algo ainda maior. O fim do jejum de 26 anos sem levantar troféus. A última grande conquista da seleção argentina foi justamente uma Copa América. Na edição de 1993, disputada no Equador, os argentinos venceram o México na final e ficaram com o título. O atacante Batistuta foi um dos grandes nomes da competição, marcando, inclusive, os dois gols da vitória na final.

De lá para cá, além da fila, muitas decepções. Ao todo, a Argentina chegou quatro vezes na final, ficando em segundo lugar em todas essas oportunidades.
Em 2004 e 2007 perdeu a final para o Brasil. Nas últimas duas edições, os ‘albicelestes’ acabaram derrotados para o Chile, nos pênaltis. Quando sediou a Copa América, em 2011, foi eliminada nas quartas de final para o Uruguai.

Além disso, a sucessão de fiascos em Copas do Mundo aumenta a pressão sobre os nossos vizinhos e sobre a principal estrela, Messi, que apesar de ter conquistado todos os títulos com o Barcelona, nunca foi campeão com a seleção principal.

Após o mundial do ano passado, três “medalhões” deixaram a equipe. Higuaín, personagem por perder gols claros nas finais, Mascherano e Banega não fazem mais parte do time.

O técnico Lionel Scaloni, que assumiu a equipe no ano passado, resolveu promover uma renovação. Para esta Copa América, convocou 10 nomes que jamais atuaram pela seleção em uma competição oficial. A lista, porém, ainda conta com personagens experientes, como Aguero, Di Maria, Dybala, Lo Celso e Otamendi.
Antes de estrear na Copa América, a Argentina fez um amistoso contra a Nicarágua e venceu com facilidade. Cinco a um, com dois gols de Messi, dois de Lautaro Martínez e um de Roberto Pereyra.

A Argentina está no grupo B e terá Colômbia, Paraguai e Catar como adversários. O primeiro compromisso dos ‘hermanos’ rumo ao título não será fácil. Os argentinos enfrentam a boa seleção colombiana, no sábado, dia 15 de junho, às sete da noite, na Arena Fonte Nova.

Com 14 troféus de Copa América no currículo, a Argentina chega ao Brasil com o objetivo de igualar o número de títulos do rival, Uruguai. Assim, os ‘hermanos’ dividiriam com a ‘celeste’, o posto de maior campeão das Américas.

O título deste ano, no entanto, pode representar algo ainda maior. O fim do jejum de 26 anos sem levantar troféus. A última grande conquista da seleção argentina foi justamente uma Copa América. Na edição de 1993, disputada no Equador, os argentinos venceram o México na final e ficaram com o título. O atacante Batistuta foi um dos grandes nomes da competição, marcando, inclusive, os dois gols da vitória na final.

De lá para cá, além da fila, muitas decepções. Ao todo, a Argentina chegou quatro vezes na final, ficando em segundo lugar em todas essas oportunidades.
Em 2004 e 2007 perdeu a final para o Brasil. Nas últimas duas edições, os ‘albicelestes’ acabaram derrotados para o Chile, nos pênaltis. Quando sediou a Copa América, em 2011, foi eliminada nas quartas de final para o Uruguai.

Além disso, a sucessão de fiascos em Copas do Mundo aumenta a pressão sobre os nossos vizinhos e sobre a principal estrela, Messi, que apesar de ter conquistado todos os títulos com o Barcelona, nunca foi campeão com a seleção principal.

Após o mundial do ano passado, três “medalhões” deixaram a equipe. Higuaín, personagem por perder gols claros nas finais, Mascherano e Banega não fazem mais parte do time.

O técnico Lionel Scaloni, que assumiu a equipe no ano passado, resolveu promover uma renovação. Para esta Copa América, convocou 10 nomes que jamais atuaram pela seleção em uma competição oficial. A lista, porém, ainda conta com personagens experientes, como Aguero, Di Maria, Dybala, Lo Celso e Otamendi.
Antes de estrear na Copa América, a Argentina fez um amistoso contra a Nicarágua e venceu com facilidade. Cinco a um, com dois gols de Messi, dois de Lautaro Martínez e um de Roberto Pereyra.

A Argentina está no grupo B e terá Colômbia, Paraguai e Catar como adversários. O primeiro compromisso dos ‘hermanos’ rumo ao título não será fácil. Os argentinos enfrentam a boa seleção colombiana, no sábado, dia 15 de junho, às sete da noite, na Arena Fonte Nova.

Reportagem, Raphael Costa
 

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.