Brasil·28 de março de 2019

Operação que combate crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescente prende 106 em todo o país

Ação envolve as Polícias Civis do Distrito Federal e de 26 estados e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
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Foi deflagrada nesta quinta-feira (28) a operação Luz na Infância 4. A ação, que é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, tem como objetivo identificar autores de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Até meio-dia, 106 pessoas haviam sido presas em todo o país, segundo balanço das autoridades.

A operação envolve as Polícias Civis do Distrito Federal e de 26 estados. Estão sendo cumpridos 266 mandados de busca e apreensão de arquivos com conteúdos relacionados aos crimes de exploração sexual. Foram mobilizados mais de 1500 policiais para o cumprimento da operação. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sério Moro, defende que a partir do material coletado na operação, pode-se chegar aos responsáveis por produzirem materiais pornográficos.

“A partir dessas apreensões se pode descobrir a rede de conexão daquela pessoa que utiliza aquele material. Claro que a investigação dessas redes, ela gera algumas dificuldades, as pessoas utilizam mecanismos para garantir o anonimato. Mas o fato de nós termos 266 buscas e apreensões, e prisões não caindo, crescendo. As prisões vão subindo”, afirmou Moro.

Para realizar a ação, o Ministério da Justiça contou com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília, que ofereceu cursos e capacitações que subsidiaram as quatro fases da Operação Luz na Infância.

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de um a quatro anos de prisão, de três a seis anos de prisão por compartilhar e de quatro a oito anos de prisão por produzir conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

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Para realizar a ação, o Ministério da Justiça contou com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília, que ofereceu cursos e capacitações que subsidiaram as quatro fases da Operação Luz na Infância.

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de um a quatro anos de prisão, de três a seis anos de prisão por compartilhar e de quatro a oito anos de prisão por produzir conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

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Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.