Cinema·14 de março de 2019

“O Parque dos Sonhos” passa imagem forte de garota que constrói mundo de diversão

Animação estreia nesta quinta (14) e é recomendada para toda a família

Por Sara RodriguesSara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.
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June é uma criança sonhadora, que, junto da mãe, criou um paraíso de brincadeiras dentro de casa. Por isso, ela é muito querida pelos vizinhos e amigos da escola, que sempre vão até a casa dela para brincar no famoso “Parque dos Sonhos”.

O parque é uma invenção na cabeça de June, em que ela cria animais que falam, contam histórias e exibem magia. Ela só não imaginava que tudo isso poderia ser realmente verdade e estar escondido em uma floresta perto de sua cidade. Após algumas decepções, June resolve fugir e encontra o verdadeiro parque dos sonhos em apuros, e decide se unir aos personagens de sua mente para salvá-los.

É claramente uma história cheia de fantasias e com tom emocional muito forte. June, mesmo sendo criança, passa por situações que a fazem amadurecer, e acho que esse é um ponto positivo para um filme infantil, para mostrar que às vezes a vida será difícil, mas é fácil ser forte.

Ao mesmo tempo, aplaudo a direção por trazer uma personagem criança feminina tão forte. June não tem os clichês da menina que sonha em ser princesa. Ela é uma garota que mostra grandes habilidades em construir, consertar erros e é expert na matemática. Uma estrelinha para a representatividade.

O gráfico é bem colorido, fofo e os personagens são muito carismáticos. A construção de cada um deles traz uma história única, e cada um tem a sua função, o que ajuda a trabalhar na mente, principalmente do público infantil, uma ideia de trabalho em equipe e a importância em se valorizar as amizades.

“O Parque dos Sonhos” é um filme para se assistir com a família toda. Assista a partir do dia 14 de março nos cinemas brasileiros.

Outra estreia para esta semana é “Vingança a Sangue Frio”. O típico filme onde Liam Neeson, por vingança, começa a matar todos os envolvidos na morte de um parente. Ele se envolve com traficantes, policiais e empresários de grande importância no seu estado. O longa de ação policial não é recomendado para menores de 16 anos.

Já na Netflix, a novidade é inspirado em uma história real. A bailarina Lara, de 15 anos, passa por situações difíceis emocionais e físicas quando se prepara para uma cirurgia de confirmação de gênero. O longa é considerado um drama LGBT.

June é uma criança sonhadora, que, junto da mãe, criou um paraíso de brincadeiras dentro de casa. Por isso, ela é muito querida pelos vizinhos e amigos da escola, que sempre vão até a casa dela para brincar no famoso “Parque dos Sonhos”.

O parque é uma invenção na cabeça de June, em que ela cria animais que falam, contam histórias e exibem magia. Ela só não imaginava que tudo isso poderia ser realmente verdade e estar escondido em uma floresta perto de sua cidade. Após algumas decepções, June resolve fugir e encontra o verdadeiro parque dos sonhos em apuros, e decide se unir aos personagens de sua mente para salvá-los.

É claramente uma história cheia de fantasias e com tom emocional muito forte. June, mesmo sendo criança, passa por situações que a fazem amadurecer, e acho que esse é um ponto positivo para um filme infantil, para mostrar que às vezes a vida será difícil, mas é fácil ser forte.

Ao mesmo tempo, aplaudo a direção por trazer uma personagem criança feminina tão forte. June não tem os clichês da menina que sonha em ser princesa. Ela é uma garota que mostra grandes habilidades em construir, consertar erros e é expert na matemática. Uma estrelinha para a representatividade.

O gráfico é bem colorido, fofo e os personagens são muito carismáticos. A construção de cada um deles traz uma história única, e cada um tem a sua função, o que ajuda a trabalhar na mente, principalmente do público infantil, uma ideia de trabalho em equipe e a importância em se valorizar as amizades.

“O Parque dos Sonhos” é um filme para se assistir com a família toda. Assista a partir do dia 14 de março nos cinemas brasileiros.

Outra estreia para esta semana é “Vingança a Sangue Frio”. O típico filme onde Liam Neeson, por vingança, começa a matar todos os envolvidos na morte de um parente. Ele se envolve com traficantes, policiais e empresários de grande importância no seu estado. O longa de ação policial não é recomendado para menores de 16 anos.

Já na Netflix, a novidade é inspirado em uma história real. A bailarina Lara, de 15 anos, passa por situações difíceis emocionais e físicas quando se prepara para uma cirurgia de confirmação de gênero. O longa é considerado um drama LGBT.

Reportagem, Sara Rodrigues

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Sobre a repórter

Sara Rodrigues

Sara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.