Saúde - Vacina·17 de fevereiro de 2021

Nota da FNP exige resposta do governo federal quanto a falta de vacinas

Frente Nacional de Prefeitos cita que o ministro da Saúde acordou, em 14 de janeiro, a realização de uma reunião em dez dias, mas “nenhum agendamento foi feito” até hoje, mais de um mês depois

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
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A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) emitiu uma nota que cobra respostas do governo federal sobre a falta de disponibilização de vacinas contra a Covid-19 em várias cidades do País. Em tom forte, o texto cita “os sucessivos equívocos” no enfrentamento à Covid-19 e na condução do Plano Nacional de Imunizações, afirmando que é “urgente que o País tenha um cronograma com prazos e metas estipulados para a vacinação de cada grupo”. 

A nota da FNP ainda lembra do descumprimento de um acordo do ministro da Saúde. Segundo a organização, Eduardo Pazuello havia marcado, em 14 de janeiro, uma reunião a cada 10 dias entre ele e a comissão de prefeitos, para esclarecer o andamento das imunizações. “Desde então, passados mais de 30 dias, nenhum agendamento foi feito”, traz o texto. 

A Frente Nacional de Prefeitos ainda pontua que “não é momento para discutir e avançar com a pauta de costumes ou regramento sobre aquisição de armas e munições”, considerando os decretos neste sentido como “um desrespeito com a história dos mais de 239 mil mortos e uma grave desconsideração com a população”.

A Frente Nacional de Prefeitos emitiu uma nota que cobra respostas do governo federal sobre a falta de vacinas contra a Covid-19 em várias cidades do País. Em tom forte, o texto cita “os sucessivos equívocos” no enfrentamento à Covid-19 e na condução do Plano Nacional de Imunizações, afirmando que é “urgente que o País tenha um cronograma com prazos e metas estipulados para a vacinação de cada grupo”. 

A nota da FNP ainda lembra do descumprimento de um acordo do ministro da Saúde. Segundo a organização, Eduardo Pazuello havia marcado, em 14 de janeiro, uma reunião a cada 10 dias entre ele e a comissão de prefeitos, para esclarecer o andamento das imunizações. “Desde então, passados mais de 30 dias, nenhum agendamento foi feito”, é o que diz o texto. 

A Frente Nacional de Prefeitos ainda pontua que “não é momento para discutir e avançar com a pauta de costumes ou regramento sobre aquisição de armas e munições”, considerando os decretos neste sentido como “um desrespeito com a história dos mais de 239 mil mortos e uma grave desconsideração com a população”.

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Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".