Saúde·29 de maio de 2020

No Rio Grande do Norte Redes de Banco de Leite Humano já coletaram quase 1,7 mil litros em 2020

Do total, mil e trezentos litros já foram distribuídos para dois mil e noventa e cinco bebês

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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No Rio Grande do Norte, entre janeiro e maio deste ano, os seis Bancos de Leite Humanos e os quatro Postos de Coleta de Leite Humano espalhados pelo estado já coletaram quase mil e setecentos litros de leite materno doados por 829 mulheres. Do total, mil e trezentos litros já foram distribuídos para dois mil e noventa e cinco bebês. Os dados são da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo o Ministério da Saúde, um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 bebês por dia. A depender do peso da criança, um mililitro é o suficiente para supri-lo cada vez que for alimentado.

A pernambucana Roseane Cristina passou a doar leite materno há cerca de dois meses. Ela conta que tomou a decisão de ser doadora por saber da importância do alimento para recém-nascidos prematuros e de baixo peso e pela necessidade de aumentar os estoques dos Bancos de Leite Humano. 

“Como fui afastada do trabalho por conta da pandemia da Covid-19, eu consegui me organizar em casa e fazer retirar o meu leite para doação. Quando observei que meu leite estava sobrando e vi a necessidade do hospital, resolvi doar.”

Na capital Natal, são três Redes de Banco de Leite Humano espalhados pela cidade. São eles o Banco de Leite Humano do Hospital Central Coronel Pedro Germano, a unidade do Hospital Dr. José Pedro Bezerra, e o centro de referência do estado, o Banco de Leite Humano da Maternidade Escola Januário Cicco. Todos fazem coleta domiciliar e funcionam das sete da manhã às seis da noite. Apenas a unidade Coronel Pedro Germano não abre aos finais de semana.

Além da capital, há Rede de Banco de Leite Humano nos municípios de Caicó, Mossoró, Parnamirim. Os quatro postos de coleta no estado estão, além de Natal, em Mossoró e Santa Cruz.

Segundo a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Janini Selva Ginani, os benefícios do leite materno perduram por toda a vida da criança.

“O leite materno é uma das mais eficazes intervenções para redução da mortalidade infantil, principalmente para crianças prematuras internadas em unidades neonatais. O bebê que recebe leite materno desenvolve menos complicações durante o período de internação que podem levar a morte como problemas intestinais e respiratórios. Os benefícios de receber leite materno perduram por toda a vida da criança.”

“Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença”. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.

LOC.: No Rio Grande do Norte, entre janeiro e maio deste ano, os seis Bancos de Leite Humanos e os quatro Postos de Coleta de Leite Humano espalhados pelo estado já coletaram quase mil e setecentos litros de leite materno doados por 829 mulheres. Do total, mil e trezentos litros já foram distribuídos para dois mil e noventa e cinco bebês. Os dados são da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo o Ministério da Saúde, um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 bebês por dia. A depender do peso da criança, um mililitro é o suficiente para supri-lo cada vez que for alimentado.

A pernambucana Roseane Cristina passou a doar leite materno há cerca de dois meses. Ela conta que tomou a decisão de ser doadora por saber da importância do alimento para recém-nascidos prematuros e de baixo peso e pela necessidade de aumentar os estoques dos Bancos de Leite Humano. 

TEC./SONORA: Roseane Cristina, mãe doadora

“Como fui afastada do trabalho por conta da pandemia da Covid-19, eu consegui me organizar em casa e fazer retirar o meu leite para doação. Quando observei que meu leite estava sobrando e vi a necessidade do hospital, resolvi doar.”

LOC.: Na capital Natal, são três Redes de Banco de Leite Humano espalhados pela cidade. São eles o Banco de Leite Humano do Hospital Central Coronel Pedro Germano, a unidade do Hospital Dr. José Pedro Bezerra, e o centro de referência do estado, o Banco de Leite Humano da Maternidade Escola Januário Cicco. Todos fazem coleta domiciliar e funcionam das sete da manhã às seis da noite. Apenas a unidade Coronel Pedro Germano não abre aos finais de semana.

Além da capital, há Rede de Banco de Leite Humano nos municípios de Caicó, Mossoró, Parnamirim. Os quatro postos de coleta no estado estão, além de Natal, em Mossoró e Santa Cruz.

Segundo a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Janini Selva Ginani, os benefícios do leite materno perduram por toda a vida da criança.

TEC./SONORA: Janini Selva Ginani, coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde

“O leite materno é uma das mais eficazes intervenções para redução da mortalidade infantil, principalmente para crianças prematuras internadas em unidades neonatais. O bebê que recebe leite materno desenvolve menos complicações durante o período de internação que podem levar a morte como problemas intestinais e respiratórios. Os benefícios de receber leite materno perduram por toda a vida da criança.”

“Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença”. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.
 

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Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.