Nelson Teich tomou posse como novo ministro da Saúde, em cerimônia no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (17). O médico oncologista substitui o ex-chefe da pasta Luiz Henrique Mandetta, que foi exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro agradeceu a Mandetta pelo trabalho desenvolvido, e disse que a diferença de pensamento sobre como o país deve combater a Covid-19 contribuiu para a troca de ministros. O presidente disse que torce pelo sucesso de Teich e espera que o oncologista consiga poupar vidas e salvar empregos.
Teich iniciou seu discurso, de cerca de dez minutos, afirmando que assumir o Ministério da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus é o maior desafio de toda a sua carreira. O médico disse que vai trabalhar para que o sistema de saúde ajude a população, principalmente as pessoas mais pobres, que, segundo ele, provavelmente “vão sofrer mais” durante a crise.
“O foco que a gente tem, em tudo que vamos fazer, é nas pessoas. Por mais que se fale em saúde, economia, não importa o que você fale, o final é sempre gente. E é isso o que viemos fazer aqui: trazer uma vida melhor para a sociedade e os brasileiros”.
Durante a solenidade, o novo ministro da Saúde afirmou que sua primeira ação será intensificar a coleta de informações sobre a Covid-19. Teich disse que a falta de conhecimento sobre a evolução e o tratamento da doença geram ansiedade e medo nas pessoas. Ele classificou o clima na sociedade como “coisa que parece filme”.
Para tentar solucionar o problema, o médico oncologista, novo ministro da Saúde, reiterou várias vezes que vai trabalhar em parceria com os outros ministros do governo, estados e municípios, de modo que as decisões sejam ágeis e baseadas em muita informação.
“Uma das coisas que vai nortear a gente é capturar a informação cada vez melhor e de modo mais detalhado. É importante juntar o que tem de informação na saúde e em outros ministérios e tentar ampliar o volume para que, cada dia mais, entendamos o que está acontecendo. Vamos trabalhar com os estados e municípios para ter agilidade na solução dos problemas que vão surgir. Se você mapeia o problema, mas não traz o time, você não consegue resolver”.
O ministro agradeceu ao ex-chefe da pasta Luiz Henrique Mandetta, e disse que pretende dar continuidade e agregar ao trabalho desenvolvido pelo Ministério da Saúde. Teich, que também é doutor em Economia da Saúde pela Universidade de York, no Reino Unido, afirmou que vai acompanhar os indicadores sociais, que também impactam a saúde das pessoas.
Ontem, quando foi anunciado ministro, ele já havia dito que “saúde e economia não competem entre si, mas são complementares”. Na avaliação dos especialistas, a postura de Teich sobre a relação entre os temas pesou na escolha do novo ministro pelo presidente Jair Bolsonaro.
Para saber mais sobre coronavírus, acesse saude.gov.br/coronavirus.
Nelson Teich tomou posse como novo ministro da Saúde, em cerimônia no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (17). O médico oncologista substitui o ex-chefe da pasta Luiz Henrique Mandetta, que foi exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro agradeceu a Mandetta pelo trabalho desenvolvido, e disse que a diferença de pensamento sobre como o país deve combater a Covid-19 contribuiu para a troca de ministros. O presidente disse que torce pelo sucesso de Teich e espera que o oncologista consiga poupar vidas e salvar empregos.
Teich iniciou seu discurso, de cerca de dez minutos, afirmando que assumir o Ministério da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus é o maior desafio de toda a sua carreira. O médico disse que vai trabalhar para que o sistema de saúde ajude a população, principalmente as pessoas mais pobres, que, segundo ele, provavelmente “vão sofrer mais” durante a crise.
TEC./SONORA: Ministro da Saúde, Nelson Teich.
“O foco que a gente tem, em tudo que vamos fazer, é nas pessoas. Por mais que se fale em saúde, economia, não importa o que você fale, o final é sempre gente. E é isso o que viemos fazer aqui: trazer uma vida melhor para a sociedade e os brasileiros”.
Durante a solenidade, o novo ministro da Saúde afirmou que sua primeira ação será intensificar a coleta de informações sobre a Covid-19. Teich disse que a falta de conhecimento sobre a evolução e o tratamento da doença geram ansiedade e medo nas pessoas. Ele classificou o clima na sociedade como “coisa que parece filme”.
Para tentar solucionar o problema, o médico oncologista, novo ministro da Saúde, reiterou várias vezes que vai trabalhar em parceria com os outros ministros do governo, estados e municípios, de modo que as decisões sejam ágeis e baseadas em muita informação.
TEC./SONORA: Ministro da Saúde, Nelson Teich.
“Uma das coisas que vai nortear a gente é capturar a informação cada vez melhor e de modo mais detalhado. É importante juntar o que tem de informação na saúde e em outros ministérios e tentar ampliar o volume para que, cada dia mais, entendamos o que está acontecendo. Vamos trabalhar com os estados e municípios para ter agilidade na solução dos problemas que vão surgir. Se você mapeia o problema, mas não traz o time, você não consegue resolver”.
O ministro agradeceu ao ex-chefe da pasta Luiz Henrique Mandetta, e disse que pretende dar continuidade e agregar ao trabalho desenvolvido pelo Ministério da Saúde. Teich, que também é doutor em Economia da Saúde pela Universidade de York, no Reino Unido, afirmou que vai acompanhar os indicadores sociais, que também impactam a saúde das pessoas.
Ontem, quando foi anunciado ministro, ele já havia dito que “saúde e economia não competem entre si, mas são complementares”. Na avaliação dos especialistas, a postura de Teich sobre a relação entre os temas pesou na escolha do novo ministro pelo presidente Jair Bolsonaro.
Para saber mais sobre coronavírus, acesse saude.gov.br/coronavirus.