Brasil - Pandemia·24 de junho de 2020

Navegação por cabotagem não sofre impacto mesmo com pandemia

Levantamento do governo federal mostra que esse tipo de navegação, que é feita dentro de um mesmo país, apresentou crescimento nos quatro primeiros meses do ano, se comparado ao mesmo período do ano passado

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, a navegação por cabotagem, que é a que se faz a distâncias pequenas, dentre de um mesmo país, não registrou impactos. A afirmação é de um levantamento feito pelo Ministério da Infraestrutura, que registrou alta de 11,3% na movimentação entre janeiro e abril deste ano, se comparado ao mesmo período no ano passado.

Segundo o estudo, o setor transportou, no total, quase 61 milhões de toneladas no período. O impacto na movimentação por cabotagem está relacionado ao crescimento no transporte de granéis líquidos e gasosos e de granéis sólidos no nos quatro primeiros meses do ano. 

O setor portuário também registrou alta de 3,7% nesse período, se for levada em conta a movimentação geral. Em toneladas, o volume total transportado foi superior a 340 milhões. 

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, mesmo após o mês de janeiro ter registrado quedas de 30% no transporte de minério de ferro e soja, na comparação com o ano passado, o setor apresentou recuperação nos meses seguintes, com o minério de ferro mantendo o nível de 2019, e o petróleo e a soja impactando no resultado positivo final.

Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, a navegação por cabotagem, que é a que se faz a distâncias pequenas, dentre de um mesmo país, não registrou impactos. A afirmação é de um levantamento feito pelo Ministério da Infraestrutura, que registrou alta de 11,3% na movimentação entre janeiro e abril deste ano, se comparado ao mesmo período no ano passado.

Segundo o estudo, o setor transportou, no total, quase 61 milhões de toneladas no período. O impacto na movimentação por cabotagem está relacionado ao crescimento no transporte de granéis líquidos e gasosos e de granéis sólidos no nos quatro primeiros meses do ano. 

O setor portuário também registrou alta de 3,7% nesse período, se for levada em conta a movimentação geral. Em toneladas, o volume total transportado foi superior a 340 milhões. 

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, mesmo após o mês de janeiro ter registrado quedas de 30% no transporte de minério de ferro e soja, na comparação com o ano passado, o setor apresentou recuperação nos meses seguintes, com o minério de ferro mantendo o nível de 2019, e o petróleo e a soja impactando no resultado positivo final.

Reportagem, Jalila Arabi. 
 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.