Brasil·13 de março de 2019

Na ONU, Damares Alves defende políticas de proteção e defesa dos direitos da mulher

Ministra disse estar atenta à situação de todas as mulheres brasileiras, em especial as indígenas, as negras e as mulheres com deficiência

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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Em evento realizado na Organização das Nações Unidas, a ONU, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que as políticas de proteção e defesa dos direitos da mulher vão ter prioridade no novo governo.

A ministra afirmou estar atenta à situação de todas as mulheres brasileiras, em especial daquelas que, muitas vezes, são tratadas pela sociedade como se fossem invisíveis, o que lhes faz sofrer múltiplas formas de discriminação, como as mulheres de povos tradicionais e indígenas, mulheres negras e com deficiência.

Damares Alves afirmou também que está aprofundando estratégias, políticas e ações para superar as múltiplas formas de discriminação contra as mulheres afrodescendentes no Brasil, que considera entre as principais vítimas da violência e do feminicídio.

Em evento realizado na Organização das Nações Unidas, a ONU, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, disse que as políticas de proteção e defesa dos direitos da mulher vão ter prioridade no novo governo.

A ministra afirmou estar atenta à situação de todas as mulheres brasileiras, em especial daquelas que, muitas vezes, são tratadas pela sociedade como se fossem invisíveis, o que lhes faz sofrer múltiplas formas de discriminação, como as mulheres de povos tradicionais e indígenas, mulheres negras e com deficiência.

Damares Alves afirmou também que está aprofundando estratégias, políticas e ações para superar as múltiplas formas de discriminação contra as mulheres afrodescendentes no Brasil, que considera entre as principais vítimas da violência e do feminicídio.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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Sobre a repórter

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.