Saúde·02 de abril de 2020

Mutirões combatem mosquito da dengue em Santos (SP)

Agentes de combate a endemias, agentes comunitários de saúde e até um drone, que sobrevoa a cidade, são utilizados nas ações

Por Agência do Rádio
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A Secretaria de Saúde de Santos eliminou 189 focos do mosquito transmissor da dengue 2020. O órgão realiza mutirões para identificar possíveis locais onde o Aedes aegypti possa se proliferar.  Neste ano, as ações foram realizadas nos bairros Vila Mathias, Aparecida e Estuário.

De acordo com a Secretaria de Saúde do município, os mutirões devem acontecer quinzenalmente. Já foram visitados mais de 4.080 imóveis durante os três mutirões realizados neste ano, na cidade. Os locais onde as ações acontecem são definidos após o mapeamento das regiões com maior incidência de dengue.

gentes de combate a endemias, agentes comunitários de saúde e até um drone, que sobrevoa a cidade, são utilizados nas ações. Em 2019, foram realizados 23 mutirões em Santos com 1.300 focos eliminados.

O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que as ações de combate ao mosquito são realizadas pelos municípios, que podem contar com o auxílio do governo estadual, caso seja necessário.

“O programa de controle do Aedes está incorporado aos serviços estaduais e municipais. Muitas ações de prevenção do mosquito são feitos pelos municípios. O estado, de uma certa maneira, organiza e procura colaborar quando a situação sai do controle.”

Santos registrou 168 notificações de possíveis casos de dengue até o fim de fevereiro. Desses, 18 foram confirmados, segundo dados da Secretaria de Saúde Estadual de São Paulo.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção.

Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.

A Secretaria de Saúde de Santos eliminou 189 focos do mosquito transmissor da dengue 2020. O órgão realiza mutirões para identificar possíveis locais onde o Aedes aegypti possa se proliferar.  Neste ano, as ações foram realizadas nos bairros Vila Mathias, Aparecida e Estuário.

De acordo com a Secretaria de Saúde do município, os mutirões devem acontecer quinzenalmente. Já foram visitados mais de 4.080 imóveis durante os três mutirões realizados neste ano, na cidade. Os locais onde as ações acontecem são definidos após o mapeamento das regiões com maior incidência de dengue.

gentes de combate a endemias, agentes comunitários de saúde e até um drone, que sobrevoa a cidade, são utilizados nas ações. Em 2019, foram realizados 23 mutirões em Santos com 1.300 focos eliminados.

O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que as ações de combate ao mosquito são realizadas pelos municípios, que podem contar com o auxílio do governo estadual, caso seja necessário.

TEC./SONORA:  Marcos Boulos, superintendente de Controle de Endemias de São Paulo

“O programa de controle do Aedes está incorporado aos serviços estaduais e municipais. Muitas ações de prevenção do mosquito são feitos pelos municípios. O estado, de uma certa maneira, organiza e procura colaborar quando a situação sai do controle.”

Santos registrou 168 notificações de possíveis casos de dengue até o fim de fevereiro. Desses, 18 foram confirmados, segundo dados da Secretaria de Saúde Estadual de São Paulo.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.

TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.

  O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção.
Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.

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