Brasil - Polícia·07 de janeiro de 2021

Município de Abaíra-BA está há sete anos sem registro de morte violenta

Última morte violenta na cidade ocorreu em 4 de janeiro de 2014

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
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Município de Abaíra-BA está há sete anos sem registro de Crimes Violentos Letais e Intencionais – como homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e latrocínio. A última morte violenta na cidade, da região da Chapada Diamantina, ocorreu em 4 de janeiro de 2014. Segundo o governo municipal, o resultado é fruto de ações preventivas realizadas pelas polícias Civil e Militar, em parceria com a prefeitura; dentre elas as patrulhas em áreas urbanas e povoados rurais. 

Segundo o comandante de Policiamento da Região Integrada de Segurança Pública, coronel PM Valter Araújo, durante as rondas, foi possível localizar e apreender armas, drogas e outros materiais ilícitos.

O titular da 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, delegado Marcus Alessandro Araújo, destacou o papel da população, que contribuiu com o trabalho das polícias. 

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Município de Abaíra-BA está há sete anos sem registro de Crimes Violentos Letais e Intencionais – como homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e latrocínio. A última morte violenta na cidade, da região da Chapada Diamantina, ocorreu em 4 de janeiro de 2014. Segundo o governo municipal, o resultado é fruto de ações preventivas realizadas pelas polícias Civil e Militar, em parceria com a prefeitura; dentre elas as patrulhas em áreas urbanas e povoados rurais. 

Segundo o comandante de Policiamento da Região Integrada de Segurança Pública, coronel PM Valter Araújo, durante as rondas, foi possível localizar e apreender armas, drogas e outros materiais ilícitos.

O titular da 13ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, delegado Marcus Alessandro Araújo, destacou o papel da população, que contribuiu com o trabalho das polícias. 

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.