Saúde - Covid-19·21 de julho de 2020

MS viabiliza compra de sedativos no Uruguai para intubação de pacientes com Covid

Governo Federal comprou 55 mil medicamentos do país vizinho. Medicamentos são essenciais para a intubação de pacientes graves de covid-19

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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Em uma tentativa de tentar diminuir a falta de medicamentos para intubação de pacientes, como sedativos e relaxantes musculares, o governo brasileiro comprou 54.867 unidades desses produtores. A compra foi direcionada a hospitais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina que já estavam com os estoques zerados ou tinham remédios para poucos dias.

Faltam sedativos para intubação de pacientes em 25 estados e no DF

Desde o mês passado, quando quase todas unidades da Federação registraram falta dos medicamentos, o Governo Federal se mobilizou para suprir essa demanda. Empresas farmacêuticas se comprometeram a fazer um levantamento do que existe em estoque e realizar a venda a estados e municípios. Também foi aberta uma licitação para compra dos medicamentos e um levantamento junto à Organização Pan-americana de Saúde (OPAS/OMS) para verificar quais países tinham condições de prover as drogas. 

A logística de distribuição dos medicamentos comprados foi executada pelas Forças Armadas, que entregaram 42.800 em Porto Alegre (RS) e 12.200 em Florianópolis (SC). Sem esses remédios, o processo de intubação de pacientes pode se tornar inviável. Em casos mais graves, não ligar o paciente ao suporte respiratório pode até levar à morte.

Em uma tentativa de diminuir a falta de medicamentos para intubação de pacientes graves com covid-19, como sedativos e relaxantes musculares, o governo brasileiro comprou do Uruguai 54.867 unidades desses produtos. A compra foi direcionada a hospitais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina que já estavam com os estoques zerados ou tinham remédios para poucos dias.

Desde o mês passado, quando quase todas unidades da Federação registraram falta dos medicamentos, o Governo Federal se mobilizou para suprir essa demanda. Empresas farmacêuticas se comprometeram a fazer um levantamento do que existe em estoque e realizar a venda a estados e municípios. Também foi aberta uma licitação para compra dos medicamentos e foi feito um levantamento junto à Organização Pan-americana de Saúde (OPAS/OMS) para verificar quais países tinham condições de prover as drogas. 

A logística de distribuição dos medicamentos comprados foi executada pelas Forças Armadas, que entregaram 42.800 unidades em Porto Alegre (RS) e 12.200 em Florianópolis (SC). Sem esses remédios, o processo de intubação de pacientes pode se tornar inviável. Em casos mais graves, não ligar o paciente de covid-19 ao suporte respiratório pode até levar à morte.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.