Saúde - Covid-19·17 de outubro de 2020

MS: Procura por testes rápidos para Covid-19 cai 63% na capital e preocupa autoridades locais

A médica infectologista, integrante do COE/MS, Mariana Croda, afirma que a não realização das testagens é um sinal ruim para a saúde pública

Por Rafael SoutoApreciador da Discotecagem mixagem e produção musical começou a trabalhar como Radialista há algum tempo. Ingressou na equipe do Brasil 61 em 2011. Sua missão como editor de áudio, é preservar a qualidades sonora para os nossos parceiros.
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As autoridades públicas do Mato Grosso do Sul externam uma preocupação relacionada à exposição da população aos riscos da Covid-19. No último feriado, as cenas em algumas cidades do estado eram de aglomeração em meio a um cenário que ainda preocupa por causa do novo coronavírus.

Além disso, houve uma redução de 63% na procura de testes rápidos e 40% nos testes de RT-PCR em Campo Grande. O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, entende que esta baixa em relação a testagem causa um sinal de alerta. Segundo ele, “a população está perdendo o medo da doença, e ao mesmo tempo, há uma parte importante que acredita que a doença pode ser vencida, mas não é isso que está acontecendo”.

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A médica infectologista, integrante do COE/MS, Mariana Croda, afirma que a não realização das testagens é um sinal ruim para a saúde pública. Além disso, ela apresenta outras hipóteses que podem contribuir para esse não comparecimento, como a diminuição do número de sintomáticos, negligência e perda do temor à doença ou ainda uma melhora da curva.

As autoridades públicas do Mato Grosso do Sul externam uma preocupação relacionada à exposição da população aos riscos da Covid-19. No último feriado, as cenas em algumas cidades do estado eram de aglomeração em meio a um cenário que ainda preocupa por causa do novo coronavírus.

Além disso, houve uma redução de 63% na procura de testes rápidos e 40% nos testes de RT-PCR em Campo Grande. O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, entende que esta baixa em relação a testagem causa um sinal de alerta. Segundo ele, “a população está perdendo o medo da doença, e ao mesmo tempo, há uma parte importante que acredita que a doença pode ser vencida, mas não é isso que está acontecendo”.

A médica infectologista, integrante do COE/MS, Mariana Croda, afirma que a não realização das testagens é um sinal ruim para a saúde pública. Além disso, ela apresenta outras hipóteses que podem contribuir para esse não comparecimento, como a diminuição do número de sintomáticos, negligência e perda do temor à doença ou ainda uma melhora da curva.

Reportagem, Marquezan Araújo   
 

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Sobre a repórter

Rafael Souto

Apreciador da Discotecagem mixagem e produção musical começou a trabalhar como Radialista há algum tempo. Ingressou na equipe do Brasil 61 em 2011. Sua missão como editor de áudio, é preservar a qualidades sonora para os nossos parceiros.