O Senado Federal deve votar nesta quarta-feira (10) a medida provisória que permite que empresas reduzam a jornada de trabalho ou suspendam contratos durante a pandemia, em vez de demitir funcionários. Como compensação, o trabalhador recebe um benefício pago pelo governo e calculado com base no seguro-desemprego.
O texto entra na pauta de votação a pedido do relator da matéria senador Vanderlan Cardoso, 13 dias após ser aprovado na Câmara dos Deputados. A pressa para votar é porque, atualmente, os contratos podem ser suspensos por até 60 dias, prazo que já venceu para muitos trabalhadores que vão precisar voltar a trabalhar e correm o risco de serem demitidos, já que a situação das empresas ainda não melhorou. Os parlamentares esperam que, com a aprovação da matéria, esse prazo possa ser prorrogado.
Desde quando foi editada, a MP já evitou que mais de dez milhões de brasileiros fossem demitidos, segundo dados do Ministério da Economia.
O Senado Federal deve votar nesta quarta-feira (10) a medida provisória que permite que empresas reduzam a jornada de trabalho ou suspendam contratos durante a pandemia, em vez de demitir funcionários. Como compensação, o trabalhador recebe um benefício pago pelo governo e calculado com base no seguro-desemprego.
O texto entra na pauta de votação a pedido do relator da matéria senador Vanderlan Cardoso, 13 dias após ser aprovado na Câmara dos Deputados. A pressa para votar é porque, atualmente, os contratos podem ser suspensos por até 60 dias, prazo que já venceu para muitos trabalhadores que vão precisar voltar a trabalhar e correm o risco de serem demitidos, já que a situação das empresas ainda não melhorou. Os parlamentares esperam que, com a aprovação da matéria, esse prazo possa ser prorrogado.
Desde quando foi editada, a MP já evitou que mais de dez milhões de brasileiros fossem demitidos, segundo dados do Ministério da Economia.