Brasil - Saúde·17 de outubro de 2020

MP prorroga contratos de trabalho de hospitais federais no RJ

Os contratos, firmados a partir de 2018, poderão ser prorrogados até 31 de dezembro de 2020 ao invés de 30 de novembro, como era previsto na MP original

Por Rafaela GonçalvesJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.
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Foi sancionada a Medida Provisória que autoriza o Ministério da Saúde a prorrogar contratos de trabalho de 3.592 profissionais temporários de saúde que atuam nos seis hospitais federais localizados no estado do Rio de Janeiro.

Os contratos, firmados a partir de 2018, poderão ser prorrogados até 31 de dezembro de 2020 ao invés de 30 de novembro, como era previsto na MP original.

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A medida é uma resposta a representação realizada Ministério Público Federal (MPF), que pediu ao Ministério Público de Contas (que atua junto ao Tribunal de Contas da União) o reconhecimento de que a União violou os princípios administrativos da eficiência e da eficácia ao manter leitos e equipamentos ociosos nos hospitais federais no estado por falta de pessoal.

De acordo com nota técnica do Ministério da Saúde, cerca de 15% a 20% da capacidade instalada dos hospitais federais na capital do estado estavam inoperantes.

Foi sancionada a Medida Provisória que autoriza o Ministério da Saúde a prorrogar contratos de trabalho de 3.592 profissionais temporários de saúde que atuam nos seis hospitais federais localizados no estado do Rio de Janeiro.

Os contratos, firmados a partir de 2018, poderão ser prorrogados até 31 de dezembro de 2020 ao invés de 30 de novembro, como era previsto na MP original.

A medida é uma resposta a representação realizada Ministério Público Federal (MPF), que pediu ao Ministério Público de Contas (que atua junto ao Tribunal de Contas da União) o reconhecimento de que a União violou os princípios administrativos da eficiência e da eficácia ao manter leitos e equipamentos ociosos nos hospitais federais no estado por falta de pessoal.

De acordo com nota técnica do Ministério da Saúde, cerca de 15% a 20% da capacidade instalada dos hospitais federais na capital do estado estavam inoperantes.

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Sobre a repórter

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.