Colorado registrou 2.311 casos notificados de dengue desde agosto do ano passado, o que significa uma infecção de 10% da população de 23 mil pessoas. Desses casos, 1.909 foram confirmados. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde.
Colorado tem uma das maiores incidências de dengue no estado, com mais de 6 mil casos para cada 100 mil pessoas. O índice é considerado alto quando são registrados mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes. Ao todo, 162 municípios paranaenses apresentam alto índice de incidência da dengue e outros 34 apresentam índice médio de infecção.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, chama a atenção da população para o fato de que 80% dos focos do mosquito transmissor da dengue são encontrados dentro das casas. Ele oferece dicas para destruir possíveis criadouros do Aedes aegypti nas residências.
“Não há nenhuma cidade que possa dizer ‘eu não vou ter, estou imune’. E não é só uma coisa coletiva, esse mosquito é domiciliar, é da casa e vive em torno da casa. Então, toda a campanha, tudo o que a gente pode dizer que é muito importante a atitude da pessoa em relação à casa, à moradia, ao vaso de planta, à garrafa com a boca aberta, ao pneu que está largado lá atrás...”
Londrina é o município paranaense que mais registrou casos de dengue: foram 19,9 mil notificações - seguido de Foz do Iguaçu e Maringá. O estado de emergência no município é um reflexo do surto da doença que atinge, principalmente, as regiões norte e oeste do estado. O Paraná declarou epidemia de dengue e já confirmou mais de 76 mil casos em 358 municípios.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
Segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2019 foram notificados mais de um milhão e meio de casos prováveis de dengue no Brasil. A taxa de incidência ultrapassou 735 ocorrências a cada 100 mil habitantes. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.
LOC.: Colorado registrou 2.311 casos notificados de dengue desde agosto do ano passado, o que significa uma infecção de 10% da população de 23 mil pessoas. Desses casos, 1.909 foram confirmados. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde.
Colorado tem uma das maiores incidências de dengue no estado, com mais de 6 mil casos para cada 100 mil pessoas. O índice é considerado alto quando são registrados mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes. Ao todo, 162 municípios paranaenses apresentam alto índice de incidência da dengue e outros 34 apresentam índice médio de infecção.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, chama a atenção da população para o fato de que 80% dos focos do mosquito transmissor da dengue são encontrados dentro das casas. Ele oferece dicas para destruir possíveis criadouros do Aedes aegypti nas residências.
TEC./SONORA: Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde
“Não há nenhuma cidade que possa dizer ‘eu não vou ter, estou imune’. E não é só uma coisa coletiva, esse mosquito é domiciliar, é da casa e vive em torno da casa. Então, toda a campanha, tudo o que a gente pode dizer que é muito importante a atitude da pessoa em relação à casa, à moradia, ao vaso de planta, à garrafa com a boca aberta, ao pneu que está largado lá atrás...”
LOC.: Londrina é o município paranaense que mais registrou casos de dengue: foram 19,9 mil notificações - seguido de Foz do Iguaçu e Maringá. O estado de emergência no município é um reflexo do surto da doença que atinge, principalmente, as regiões norte e oeste do estado. O Paraná declarou epidemia de dengue e já confirmou mais de 76 mil casos em 358 municípios.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
Segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2019 foram notificados mais de um milhão e meio de casos prováveis de dengue no Brasil. A taxa de incidência ultrapassou 735 ocorrências a cada 100 mil habitantes. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.