Saúde·26 de maio de 2020

Monitoramento do esgoto pode ajudar na verificação da presença do vírus

Reunião entre ANA e especialistas na última semana (22) serviu como base para discutir formas de se prever o contágio do novo coronavírus por meio do esgoto e basear tomada de decisão de autoridades

Por Agência do Rádio
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Em uma reunião virtual realizada na última semana (22), a Agência Nacional de Águas (ANA) e especialistas de diversos setores discutiram formas de monitorar o contágio da população pelo novo coronavírus a partir de análises do esgoto. A iniciativa faz parte de um projeto-piloto chamado Monitoramento Covid Esgotos.  

O projeto tem o objetivo de monitorar a presença do novo coronavírus nos efluentes de Belo Horizonte e Contagem, em Minas Gerais, gerando dados para a sociedade e ajudando gestores na tomada de decisão. 

Os participantes do projeto-piloto pretendem identificar tendências e alterações na ocorrência do vírus nas diferentes regiões analisadas para entender a prevalência e a dinâmica de circulação da covid-19 nas duas cidades mineiras. Em uma primeira análise, a presença do novo coronavírus foi detectada em oito de 26 amostras (31%). 

Pesquisas semelhantes a essa também vêm sendo realizadas por pesquisadores do Rio de Janeiro e do Distrito Federal. No entanto, os especialistas alertam que ainda não há evidências da transmissão do vírus pelo esgoto. 

Segundo eles, o objetivo é mapear os esgotos para indicar áreas com maior incidência da transmissão para subsidiar a adoção ou não de medidas de relaxamento do isolamento social e para subsidiar a tomada de decisão por órgãos públicos a partir da prevenção.

Em uma reunião virtual realizada na última semana (22), a Agência Nacional de Águas (ANA) e especialistas de diversos setores discutiram formas de monitorar o contágio da população pelo novo coronavírus a partir de análises do esgoto. A iniciativa faz parte de um projeto-piloto chamado Monitoramento Covid Esgotos.  

O projeto tem o objetivo de monitorar a presença do novo coronavírus nos efluentes de Belo Horizonte e Contagem, em Minas Gerais, gerando dados para a sociedade e ajudando gestores na tomada de decisão. 

Os participantes do projeto-piloto pretendem identificar tendências e alterações na ocorrência do vírus nas diferentes regiões analisadas para entender a prevalência e a dinâmica de circulação da covid-19 nas duas cidades mineiras. Em uma primeira análise, a presença do novo coronavírus foi detectada em oito de 26 amostras (31%). 

Pesquisas semelhantes a essa também vêm sendo realizadas por pesquisadores do Rio de Janeiro e do Distrito Federal. No entanto, os especialistas alertam que ainda não há evidências da transmissão do vírus pelo esgoto. 

Segundo eles, o objetivo é mapear os esgotos para indicar áreas com maior incidência da transmissão para subsidiar a adoção ou não de medidas de relaxamento do isolamento social e para subsidiar a tomada de decisão por órgãos públicos a partir da prevenção.

Reportagem, Jalila Arabi.   

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