Saúde·15 de janeiro de 2020

MINUTO DA SAÚDE: Saiba a origem do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya

O Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, zika e chikungunya, não é nativo do Brasil.

Por Agência do Rádio
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Você sabia que o mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, zika e chikungunya, não é nativo do Brasil? A palavra Aegypti significa “egípcio”. Foi naquele país africano que houve o primeiro registro de aparição desse inseto, em 1762. A chegada ao Brasil foi registrada no século XIX, ainda no período colonial, provavelmente pelos navios negreiros. 

Por se adaptar bem a climas tropicais, o mosquito acabou se instalando por aqui, há cerca de 40 anos, como explica o médico sanitarista da FioCruz, Claudio Maierovitch. 

“Acredita-se que o Aedes aegypti tenha vindo da África ainda na época do tráfego de escravos no Brasil e, naquela época, ele foi o responsável pela transmissão da febre amarela urbana e chegou a comprometer o comércio exterior do Brasil no início da República. No século XX, houve um grande combate e o uso massivo de inseticidas, em uma época que as cidades ainda eram pequenas. Então o mosquito foi eliminado do Brasil”, afirma.

As estações bem definidas nos estados brasileiros, com calor intenso e chuvas frequentes, contribuem para a proliferação do mosquito. Por essa razão, a única forma de frear as ações danosas do Aedes aegypti é eliminando possíveis criadouros com água parada, como garrafas plásticas, pneus velhos e vasos de plantas e tampando as caixas d’água. 

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde. Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.


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Apesar das medidas de combate intensas naquele período, o Brasil voltou a ser vítima da dengue nos anos 1980. Hoje, também com o registro da chikungunya e zika no país, o Aedes é responsável por grandes epidemias em todas as regiões, com doenças que podem levar à morte. 

As estações bem definidas nos estados brasileiros, com calor intenso e chuvas frequentes, contribuem para a proliferação do mosquito. Por essa razão, a única forma de frear as ações danosas do Aedes aegypti é eliminando possíveis criadouros com água parada, como garrafas plásticas, pneus velhos e vasos de plantas e tampando as caixas d’água. 

Você já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde. Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.
 

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