Educação·26 de fevereiro de 2019

Ministro da Educação diz que errou ao enviar cartas a escolas

Pasta enviou um e-mail para as instituições pedindo que crianças fossem filmadas durante o hino nacional

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, afirmou nesta terça-feira (26) que errou ao pedir que as escolas filmassem os alunos cantando o hino nacional, sem autorização prévia dos pais. O pedido havia sido feito no início desta semana, quando a pasta da Educação enviou e-mail para as instituições pedindo que, além da filmagem, fosse também lida uma carta do ministro.

A carta é encerrada com o slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. O pedido teve repercussão negativa e foi criticado por profissionais da educação e juristas.

O ministro Ricardo Vélez assumiu o erro, após reunião nesta terça com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O Ministério da Educação informou que enviará ainda nesta semana uma nova carta do ministro para as escolas para que seja lida pelos educadores de forma voluntária no primeiro dia letivo de 2019. A carta também pede que, após a leitura, os alunos cantem o hino nacional e que o ato seja em parte filmado, com autorização dos pais. De acordo com a pasta, os vídeos devem ser enviados ao ministério para uso institucional.

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, afirmou nesta terça-feira (26) que errou ao pedir que as escolas filmassem os alunos cantando o hino nacional, sem autorização prévia dos pais. O pedido havia sido feito no início desta semana, quando a pasta da Educação enviou e-mail para as instituições pedindo que, além da filmagem, fosse também lida uma carta do ministro.

A carta é encerrada com o slogan de campanha do presidente Jair Bolsonaro: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. O pedido teve repercussão negativa e foi criticado por profissionais da educação e juristas.

O ministro Ricardo Vélez assumiu o erro, após reunião nesta terça com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O Ministério da Educação informou que enviará ainda nesta semana uma nova carta do ministro para as escolas para que seja lida pelos educadores de forma voluntária no primeiro dia letivo de 2019. A carta também pede que, após a leitura, os alunos cantem o hino nacional e que o ato seja em parte filmado, com autorização dos pais. De acordo com a pasta, os vídeos devem ser enviados ao ministério para uso institucional.

Reportagem, Thiago Marcolini

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.