Brasil·18 de julho de 2019

Ministério Público pede prisão preventiva de médico investigado por cometer crimes sexuais

Acusado de se aproveitar das pacientes em exames ginecológicos, José Hilson de Paiva é considerado influente e poderia atrapalhar as investigações, segundo MP do Ceará

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) pediu à Justiça a prisão preventiva do médico José Hilson de Paiva, prefeito afastado de Uruburetama. Ele é investigado por crimes contra a dignidade sexual. O pedido foi feito pelo fato dele ser considerado influente no município e no meio político estadual, mesmo depois de ter sido afastado das funções de prefeito e médico.

De acordo com o MP, José Hilson de Paiva é capaz de, diretamente ou por meio de outras pessoas, coagir, constranger, ameaçar, corromper e, praticar atos que pudessem comprometer a investigação do Ministério Público e da Polícia Civil.

Até o momento, seis vítimas e uma testemunha já foram ouvidas e pelo menos 18 vítimas já identificadas nas imagens exibidas por uma reportagem do Fantástico, da TV Globo, serão convidadas para prestarem suas declarações.

José Hilson trabalhou como médico da Prefeitura de Cruz de 1992 a 2012, e manteve um consultório particular na cidade até o ano passado. Agora, ele está afastado de suas atividades no consultório por decisão do Conselho Regional de Medicina do Ceará.

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) pediu à Justiça a prisão preventiva do médico José Hilson de Paiva, prefeito afastado de Uruburetama. Ele é investigado por crimes contra a dignidade sexual. O pedido foi feito pelo fato dele ser considerado influente no município e no meio político estadual, mesmo depois de ter sido afastado das funções de prefeito e médico.

De acordo com o MP, José Hilson de Paiva é capaz de, diretamente ou por meio de outras pessoas, coagir, constranger, ameaçar, corromper e, praticar atos que pudessem comprometer a investigação do Ministério Público e da Polícia Civil.

Até o momento, seis vítimas e uma testemunha já foram ouvidas e pelo menos 18 vítimas já identificadas nas imagens exibidas por uma reportagem do Fantástico, da TV Globo, serão convidadas para prestarem suas declarações.

José Hilson trabalhou como médico da Prefeitura de Cruz de 1992 a 2012, e manteve um consultório particular na cidade até o ano passado. Agora, ele está afastado de suas atividades no consultório por decisão do Conselho Regional de Medicina do Ceará.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.