O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) repassou mais de R$ 1,5 milhão para dar continuidade à construção de um muro de contenção de erosão fluvial na cidade de Boa Vista do Ramos, no Amazonas. A ação busca reduzir os impactos ambientais na região e evitar deslizamentos, dando maior segurança à população local, sobretudo as em situação de vulnerabilidade.
Até o momento, 40% da obra foi realizada e a previsão de conclusão é para o mês de dezembro. Até o fim do ano, o trabalho deve seguir com mais rapidez, pois há a expectativa de maior recuo das águas do rio, facilitando a execução do empreendimento. Mais de 19,2 mil pessoas serão beneficiadas.
“O dinheiro foi liberado pelo MIDR para garantir a continuidade e a conclusão desse muro, que irá conter o processo erosivo à margem do rio e, dessa forma, aumentar a segurança naquela localidade, evitando riscos de deslizamento, que normalmente atinge a população de baixa renda”, afirma o secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira.
Fatores que podem levar ao deslizamento
Alguns fatores são decisivos para o deslizamento de encostas, como a interferência do homem na natureza, pois, com a retirada da cobertura vegetal dos morros, os riscos se tornam evidentes. Assim, sem nenhum tipo de vegetação nas encostas, o solo se torna inconsistente e, quando casas são construídas nesse tipo de superfície, o perigo é elevado.
Aliado à falta de vegetação nas encostas, nas épocas de cheias, as chuvas aumentam, sendo então um grande fator para a ocorrência de catástrofes.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o MIDR, repassou mais de um milhão e 500 mil reais para dar continuidade à construção do muro de contenção de erosão fluvial para o município de Boa Vista do Ramos, no Amazonas.
A ação tem por objetivo reduzir os impactos ambientais da região e evitar os deslizamentos, dando maior segurança ao local, principalmente a pessoas de baixa renda e em situação de vulnerabilidade.
Giuseppe Vieira, secretário Nacional de Segurança Hídrica, ressalta a importância do investimento.
TEC/SONORA: Giuseppe Vieira
“Tem como objetivo garantir obras com a finalidade de conter o processo de erosão fluvial. O dinheiro foi liberado para que garanta a conclusão do empreendimento e ele tem como objetivo conter esse processo erosivo às margens do rio. E dessa forma aumenta a segurança naquela localidade, evitando riscos de deslizamento e que coloca em risco, normalmente, a população de baixa renda e que está em situação de vulnerabilidade”
Até o momento, 40% da obra foi realizada, e a previsão é que em dezembro deste ano fique pronta. Há a expectativa de maior recuo das águas, facilitando a execução da obra, que influenciará na vida de mais de 19 mil pessoas.
Vale ressaltar que devido às características da região, a continuidade da obra ocorre de forma sazonal, dependendo da cota do nível do rio.
Para saber mais ações do Governo Federal em Segurança Hídrica, acesse mdr.gov.br.
Reportagem, Petronilo Oliveira