Desenvolvimento Regional·01 de março de 2023

MIDR assina contrato com a PUC-RIO e PNUD para a elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil

Objetivo a é nortear a estratégia de gestão de riscos e de desastres pela União, estados, Distrito Federal e municípios, de forma integrada e coordenada. Ação faz parte do Plano dos 100 primeiros dias do governo Lula

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O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, assinou, nesta terça-feira (28), contrato com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) e com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud) para a elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. A ação faz parte do Plano dos 100 primeiros dias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil é coordenado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e compreende o conjunto de princípios, diretrizes e objetivos que vão nortear a estratégia de gestão de riscos e de desastres a ser implementada pela União, estados, Distrito Federal e pelos municípios, de forma integrada e coordenada.

O plano vai integrar, de maneira transversal, as políticas públicas de ordenamento territorial, desenvolvimento urbano, saúde, meio ambiente, mudanças climáticas, gestão de recursos hídricos, geologia, infraestrutura, educação, ciência e tecnologia, assistência social e aquelas que vierem a ser incorporadas ao Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), com vistas à proteção da população.

A PUC-RIO terá o prazo de 12 meses, a partir de janeiro de 2023, para desenvolver todas as etapas da formulação do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil.

A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, instituída pela Lei 12.608/2012, abrange a gestão de riscos e de desastres, compreendendo ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. São atividades realizadas, permanentemente, nos municípios, estados e no Distrito Federal pela União, com o objetivo de evitar desastres e minimizar os seus efeitos.

“Essa agenda interessa muito a mim, ao presidente Lula e ao povo brasileiro, porque mostra a importância que o Governo Federal dá às mudanças climáticas. Com esse plano queremos aumentar a proteção à vida das pessoas. Elaborar esse plano é prioridade um para a nossa pasta”, ressaltou o ministro Waldez Góes.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, chama a atenção para a importância do plano, especialmente para que os seus efeitos alcancem quem mais precisa, a população que vive em áreas de risco.

“O desafio é muito grande, a situação não muda do dia para a noite, mas precisamos começar e fazer com que a política pública do plano chegue aos moradores de todos os municípios brasileiros. Tem que ser uma política contínua, permanente”, destacou o secretário.

“Nesse plano, vamos abordar, de fato, as ações de gestão de risco e desastre no Brasil. Todos os órgão dos governos federal, estaduais e municipais participarão dele. Queremos ouvir o cidadão e mudar a realidade da vida do município deles”, declarou a diretora de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Karine Lopes.

“Essa parceria sinaliza uma cooperação fundamental entre o Governo Federal, que se preocupa com um plano tão importante para o nosso país sobretudo nesse momento que vimos tantas tragédias, e universidade, que é o lugar onde a ciência se desenvolve em contato com a realidade. Há uma convergência de forças e também uma visão de país onde todos os atores são importantes”, comentou o reitor da PUC-RIO, o padre Anderson Antonio Pedroso.

“O plano vai propor políticas estratégicas de atuação da Defesa Civil em cinco frentes de atuação, que são prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação”, reforçou a coordenadora-geral do projeto de formulação do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, Adriana Leiras.

Seleção

A seleção da equipe responsável pelo plano ocorreu em dezembro de 2022, após avaliação técnica prevista em edital lançado ainda em agosto de 2022 pelo Pnud, em parceria com a Sedec.

Também participaram da cerimônia o embaixador Márcio Corrêa, coordenador-geral de Cooperação Técnica Multilateral; Katyna Argueta, representante residente do PNUD; Carlos Arboleda, representante residente Adjunto do PNUD; Moema Freire, coordenadora da unidade de Governança e Justiça para o PNUD; Livia Nogueira, gerente de projetos do PNUD; o coordenador-geral de Articulação e Gestão da Defesa Civil Nacional, Reinaldo Estelles, e Cyntia da Silva Oliveira, assessora técnica da Defesa Civil Nacional.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, assinou, nesta terça-feira, 28 de fevereiro, contrato com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, a PUC-RIO e com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento das Nações Unidas, o Pnud, para a elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil.

A ação faz parte do Plano dos 100 primeiros dias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil compreende o conjunto de princípios, diretrizes e objetivos que vão nortear a estratégia de gestão de riscos e de desastres a ser implementada pela União, estados, Distrito Federal e pelos municípios.
O ministro Waldez Góes ressaltou a importância da elaboração do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil.

TEC/SONORA: Waldez

“Essa é uma agenda que interessa muito a mim, ao presidente Lula, ao povo brasileiro, a população mundial. É o compromisso com a agenda de mudanças climáticas e sobretudo de proteção à vida das pessoas. Então elaborar um plano nacional de proteção e defesa civil deve ser prioridade um”.

Reitor da PUC-RIO, o padre Anderson Antonio Pedroso enfatizou a parceria entre o governo federal, a universidade e o pnud.

TEC/SONORA: Anderson Antonio Pedroso

"Essa parceria sinaliza uma cooperação fundamental entre o Governo Federal, que se preocupa com um plano tão importante para o nosso país sobretudo nesse momento que vimos tantas tragédias, e de outro lado, universidade, que é o lugar onde a ciência se desenvolve. Há uma convergência de forças e também uma visão de país onde todos os atores são importantes”.

O plano vai integrar, de maneira transversal, as políticas públicas de ordenamento territorial, desenvolvimento urbano, saúde, meio ambiente, mudanças climáticas, gestão de recursos hídricos e todas as que vierem a proteger a população.

Para saber mais ações do governo federal em proteção e defesa civil, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Petronilo Oliveira

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