Saúde·20 de fevereiro de 2020

MG: Chuvas aumentam risco de surto de dengue no estado

Só em janeiro deste ano, já foram registrados quase sete mil casos prováveis da doença.

Por Agência do Rádio
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Os temporais que castigam Minas Gerais já deixam mais de 50 mortos e mais de 30 mil pessoas desabrigadas e desalojadas. Mas a chuva pode ter um outro efeito colateral: o aumento no número de casos de dengue no estado. Só em janeiro deste ano, já foram registrados quase sete mil casos prováveis da doença. 

Apesar do número ainda ser inferior ao registrado no mesmo mês de 2019, quando foram 16 mil notificações, as recentes chuvas fizeram com que o número crescesse com rapidez: neste ano, têm sido registrados mais de dois mil novos casos de dengue por semana. Também já foram registrados 131 casos de chikungunya e 52 de zika. 

Diante do cenário, a coordenadora estadual de Doenças Transmissíveis pelo Aedes, Carolina Dourado Amaral, pede que a população redobre os cuidados preventivos no combate ao mosquito dentro de casa e no trabalho. 

“O aumento de chuvas, com as altas temperaturas, favorece o processo de eclosão dos ovos do Aedes aegypti. A população deve se atentar e o estado também já está monitorando essas regiões com alta incidência de chuva para as possíveis ações de controle de arboviroses nessas regiões.”

A maior concentração de casos de dengue é na capital: só em Belo Horizonte, são investigados 792 casos prováveis da doença. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), cinco mortes estão em investigação com suspeita de terem sido causadas pela dengue. 

O alerta é ainda maior, porque circula no estado, desde o ano passado, o sorotipo 2 da dengue, que pode afetar até quem já teve outros tipos da enfermidade.

O diretor da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Júlio Croda, explica que quem já teve o tipo 1 da dengue corre maior risco se for infectado pelo tipo 2 da doença.

“O tipo 2 apresenta os mesmos sintomas dos outros sorotipos. O que a gente sabe é que a reexposição a infecções está associada a um risco maior para óbito e para evolução para formas graves da dengue.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Os temporais que castigam Minas Gerais já deixam mais de 50 mortos e mais de 30 mil pessoas desabrigadas e desalojadas. Mas a chuva pode ter um outro efeito colateral: o aumento no número de casos de dengue no estado. Só em janeiro deste ano, já foram registrados quase sete mil casos prováveis da doença. 

Apesar do número ainda ser inferior ao registrado no mesmo mês de 2019, quando foram 16 mil notificações, as recentes chuvas fizeram com que o número crescesse com rapidez: neste ano, têm sido registrados mais de dois mil novos casos de dengue por semana. 

Também já foram registrados 131 casos de chikungunya e 52 de zika. 

Diante do cenário, a coordenadora estadual de Doenças Transmissíveis pelo Aedes, Carolina Dourado Amaral, pede que a população redobre os cuidados preventivos no combate ao mosquito dentro de casa e no trabalho. 

TEC./SONORA: Carolina Dourado Amaral, coordenadora estadual de doenças transmissíveis pelo Aedes de Minas Gerais

“O aumento de chuvas, com as altas temperaturas, favorece o processo de eclosão dos ovos do Aedes aegypti. A população deve se atentar e o estado também já está monitorando essas regiões com alta incidência de chuva para as possíveis ações de controle de arboviroses nessas regiões.”

A maior de concentração de casos de dengue é na capital: só em Belo Horizonte, são investigados 792 casos prováveis da doença. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), cinco mortes estão em investigação com suspeita de terem sido causadas pela dengue. 

O alerta é ainda maior, porque circula no estado, desde o ano passado, o sorotipo 2 da dengue, que pode afetar até quem já teve outros tipos da enfermidade. 

O diretor da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Júlio Croda, explica que quem já teve o tipo 1 da dengue corre maior risco se for infectado pelo tipo 2 da doença.

TEC./SONORA: Júlio Croda, diretor da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde

“O tipo 2 apresenta os mesmos sintomas dos outros sorotipos. O que a gente sabe é que a reexposição a infecções está associada a um risco maior para óbito e para evolução para formas graves da dengue.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

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