O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu a situação de emergência em mais 26 cidades do país atingidas por desastres naturais. A portaria que oficializa a medida foi publicada na edição desta quinta-feira (2) do Diário Oficial da União (DOU). Confira neste link.
Na Bahia, Valente enfrenta a estiagem. O mesmo desastre enfrentam 18 cidades do Rio Grande do Sul. São elas: Alecrim, Alegria, Ametista do Sul, André da Rocha, Caibaté, Ciríaco, Ibirubá, Itatiba do Sul, Lagoa dos Três Cantos, Marau, Mormaço, Não-Me-Toque, Nova Boa Vista, Novo Machado, Quaraí, Santo Antônio das Missões, Tapera e Tuparendi. Já o município gaúcho de Taquara obteve o reconhecimento por conta de um vendaval. A região Sul acumula 434 cidades em situação de emergência.
Já as cidades de Divino das Laranjeiras, Ewbank da Câmara, Oliveira, Porto Firme e Rio Piracicaba, em Minas Gerais, além de Monteiro Lobato, em São Paulo, obtiveram o reconhecimento por conta de chuvas intensas.
No total, a região Sudeste tem 369 municípios em situação de emergência, em sua maioria afetados pelas fortes chuvas que castigam a região nesta época do ano.
Apoio federal
Em fevereiro, o Governo Federal, por meio dos ministérios da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), anunciou investimentos de R$ 430 milhões para ações de mitigação dos efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul.
Do valor total anunciado, R$ 100 milhões serão investidos pelo MIDR. Os recursos serão utilizados na contratação de carros pipas para distribuição de água e também na compra e doação de cestas básicas e de combustível, entre outras ações. Cerca de 300 municípios serão beneficiados. Saiba mais neste link.
Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil
Cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pela Defesa Civil Nacional estão aptas a solicitar recursos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para atendimento à população afetada.
As ações envolvem socorro, assistências às vítimas, restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada. A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD)
Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.
Capacitações da Defesa Civil Nacional
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
A Defesa Civil Nacional reconheceu nesta quinta-feira, 2 de março, a situação de emergência em mais vinte e seis cidades do País atingidas por desastres naturais.
Na Bahia, a cidade de Valente enfrenta a estiagem, assim como outros dezoito municípios no Rio Grande do Sul. São eles: Alecrim, Alegria, Ametista do Sul, André da Rocha, Caibaté, Ciríaco, Ibirubá, Itatiba do Sul, Lagoa dos Três Cantos, Marau, Mormaço, Não-Me-Toque, Nova Boa Vista, Novo Machado, Quaraí, Santo Antônio das Missões, Tapera e Tuparendi.
Já o município gaúcho de Taquara obteve o reconhecimento por conta de um vendaval. A região Sul acumula 434 cidades em situação de emergência.
Na região Sudeste, as cidades de Divino das Laranjeiras, Ewbank da Câmara, Oliveira, Porto Firme e Rio Piracicaba, em Minas Gerais, e Monteiro Lobato, em São Paulo, obtiveram o reconhecimento por conta de chuvas intensas. No total, a região conta com 369 municípios em situação de emergência.
Em todo o Brasil, estados e municípios com reconhecimento de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar recursos federais para ações de defesa civil.
Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, explica de que forma os repasses podem ser aplicados.
"Os recursos da Defesa Civil podem ser empregados naquele primeiro momento que acontece o desastre pra fazer assistência humanitária, pra dar kits de higiene, alimentação pras pessoas que foram atingidas, que enfrentam as consequências daquele desastre, bem como pra restabelecimento dos serviços essenciais, como, por exemplo, abastecimento de água e desobstrução de vias públicas. Além disso, nós também podemos utilizar o os recursos da Defesa Civil pra fazer reconstrução de infraestruturas públicas destruídas pelo desastre ou ainda de habitações destruídas pelo desastre".
A solicitação de recursos deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, o S2iD. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br.
Para mais informações sobre as ações do Governo Federal em proteção e defesa civil, acesse mdr.gov.br.
Reportagem, Marcus Pereira