Saúde·20 de fevereiro de 2020

MACEIÓ (AL): Município deve investir mais de R$ 1,7 milhão no combate ao Aedes aegypti

O dinheiro será investido em novas ações de combate aos focos do mosquito.

Por Agência do Rádio
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A Secretaria de Saúde de Maceió planeja investir mais de R$ 1,7 milhão para combater o Aedes aegypti, mosquito responsável pela dengue, zika e chikungunya. 

O dinheiro será investido em novas ações de combate aos focos do mosquito, na manutenção dos equipamentos utilizados na eliminação dos criadouros, além de treinamento dos agentes de endemias, para que tenham condições de desenvolver trabalhos educativos com moradores. 

Em 2020, os profissionais mantêm os trabalhos em bairros da cidade que apresentam altos índices de infestação predial, em ferro velhos, borracharias e em residências abandonadas.

O técnico da Gerência de Controle das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos da Secretaria de Saúde, Charles Nunes, conta que só no ano passado, os agentes realizaram cerca de 1,2 milhão visitas nas residências. Neste ano, a meta é conseguir realizar 2 milhões.

“Todas essas ações ajudam a contribuir não só para prevenção da doença individual, mas para a saúde da população em geral. Isso traz melhoria na qualidade de vida e conseguimos reduzir os custos com tratamento de doenças.”

Além do trabalho dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A recomendação do Ministério da Saúde é de que essa limpeza dentro de casa seja semanal. 

Tudo isso para evitar o cenário do ano passado. Maceió teve quase 4,5 mil casos de dengue, 354 casos de chikungunya e 172 de zika – todos confirmados. Em 2020, nas três primeiras semanas de janeiro, a prefeitura já contabilizou 22 casos prováveis das três doenças.

Entre os bairros que mais preocupam estão o Ponta Verde, o bairro do Farol, região central e o bairro Pinheiro. 

Para Charles Nunes, um dos principais objetivos para tentar diminuir a proliferação nos locais de risco será desenvolver trabalhos educativos.

“Se eu consigo destruir um foco de dengue hoje, em uma residência, pode ser que daqui a duas, três semanas, aquele foco pode estar lá novamente. Mas se a gente educar a população e mostrar como evitar a presença desses focos pode ser que a situação se torne mais sustentável.”

Atualmente, a cidade conta com 425 agentes de combate de endemias que trabalham no controle do Aedes aegypti. Por isso, se você tirar dúvidas e até solicitar visitas dos agentes nas residências, entre em contato com o disque denúncia no telefone (82) 3312-5495. Repetindo: (82) 3312-5495. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

A Secretaria de Saúde de Maceió planeja investir mais de R$ 1,7 milhão para combater o Aedes aegypti, mosquito responsável pela dengue, zika e chikungunya. 

O dinheiro será investido em novas ações de combate aos focos do mosquito, na manutenção dos equipamentos utilizados na eliminação dos criadouros, além de treinamento dos agentes de endemias, para que tenham condições de desenvolver trabalhos educativos com moradores. 

Em 2020, os profissionais mantêm os trabalhos em bairros da cidade que apresentam altos índices de infestação predial, em ferro velhos, borracharias e em residências abandonadas.

O técnico da Gerência de Controle das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos da Secretaria de Saúde, Charles Nunes, conta que só no ano passado, os agentes realizaram cerca de 1,2 milhão visitas nas residências. Neste ano, a meta é conseguir realizar 2 milhões.

TEC./SONORA: O técnico da Gerência de Controle das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos da Secretaria de Saúde, Charles Nunes

“Todas essas ações ajudam a contribuir não só para prevenção da doença individual, mas para a saúde da população em geral. Isso traz melhoria na qualidade de vida e conseguimos reduzir os custos com tratamento de doenças.”

Além do trabalho dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A recomendação do Ministério da Saúde é de que essa limpeza dentro de casa seja semanal. 

Tudo isso para evitar o cenário do ano passado. Maceió teve quase 4,5 mil casos de dengue, 354 casos de chikungunya e 172 de zika – todos confirmados. Em 2020, nas três primeiras semanas de janeiro, a prefeitura já contabilizou 22 casos prováveis das três doenças.

Entre os bairros que mais preocupam estão o Ponta Verde, o bairro do Farol, região central e o bairro Pinheiro. 

Para Charles Nunes, um dos principais objetivos para tentar diminuir a proliferação nos locais de risco será desenvolver trabalhos educativos.

TEC./SONORA: O técnico da Gerência de Controle das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos da Secretaria de Saúde, Charles Nunes

“Se eu consigo destruir um foco de dengue hoje, em uma residência, pode ser que daqui a duas, três semanas, aquele foco pode estar lá novamente. Mas se a gente educar a população e mostrar como evitar a presença desses focos pode ser que a situação se torne mais sustentável.”

 Atualmente, a cidade conta com 425 agentes de combate de endemias que trabalham no controle do Aedes aegypti. Por isso, se você tirar dúvidas e até solicitar visitas dos agentes nas residências, entre em contato com o disque denúncia no telefone (82) 3312-5495. Repetindo: 82) 3312-5495. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

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