Brasil·05 de abril de 2019

Lula fica calado em depoimento prestado à Polícia Federal

Depoimento estava marcado inicialmente para 22 de março, mas foi suspendido pelo ministro Luiz Edson Fachin

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
Áudio · 00:01:16
Ouvir áudio · 00:01:16Copiar texto

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento na Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (5), em Curitiba. Segundo o órgão, Lula ficou em silêncio durante as duas horas em que foi interrogado.

O depoimento é referente a inquéritos que tramitam na Justiça Federal do Paraná e investigam se houve lavagem e corrupção em razão do suposto pagamento de propina pela Odebrecht no caso de navios-sonda construídos pela Sete Brasil. Também é investigado se houve lavagem, corrupção e cartel em relação a atos de Lula na construção da Usina de Belo Monte.

Ao sair da sede da Polícia Federal, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, declarou que a defesa do ex-presidente não teve acesso aos autos do inquérito e que, por isso, Lula ficou em silêncio.

O fato de a defesa não ter tido acesso aos documentos já foi motivo para que o depoimento fosse adiado. Contudo, de acordo com Zanin, a defesa ainda não teve esse acesso à integra das investigações.

O depoimento estava marcado inicialmente para 22 de março, mas foi suspendido pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que atendeu a um pedido da defesa de Lula.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento na Polícia Federal nesta sexta-feira (5), em Curitiba. Segundo o órgão, Lula ficou em silêncio durante as duas horas em que foi interrogado.

O depoimento é referente a inquéritos que tramitam na Justiça Federal do Paraná e investigam se houve lavagem e corrupção em razão do suposto pagamento de propina pela Odebrecht no caso de navios-sonda construídos pela Sete Brasil. Também é investigado se houve lavagem, corrupção e cartel em relação a atos de Lula na construção da Usina de Belo Monte.

Ao sair da sede da Polícia Federal, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, declarou que a defesa do ex-presidente não teve acesso aos autos do inquérito e que, por isso, Lula ficou em silêncio.

O fato de a defesa não ter tido acesso aos documentos já foi motivo para que o depoimento fosse adiado. Contudo, de acordo com Zanin, a defesa ainda não teve esse acesso à integra das investigações.

O depoimento estava marcado inicialmente para 22 de março, mas foi suspendido pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que atendeu a um pedido da defesa de Lula.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes
 

Últimas notícias

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Ibovespa

Ibovespa recua 1,15% com queda da Vale e cenário externo negativo

Dólar

Dólar sobe 0,23% e fecha cotado a R$ 5,04

Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.