Saúde·30 de março de 2020

LONDRINA (PR): Secretário de Saúde espera controlar epidemia de dengue na cidade com uso de armadilhas que “envenenam” mosquito

Com quase sete mil casos confirmados de dengue de agosto do ano passado, as autoridades em saúde de Londrina têm buscado alternativas para combater o mosquito que transmite também a Zika e a chikungunya.

Por Agência do Rádio
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Com quase sete mil casos confirmados de dengue de agosto do ano passado, as autoridades em saúde de Londrina têm buscado alternativas para combater o mosquito que transmite também a Zika e a chikungunya.

Além de mutirões e fiscalização de imóveis pela cidade, a Secretaria de Saúde espalhou armadilhas contra o Aedes aegypti em bairros com maior concentração de casos, como União da Vitória e Santa Fé. Quem explica como funciona o método é o secretário de Saúde, Felippe Machado.

“O objetivo é atrair a fêmea do Aedes, para que ela possa depositar os ovos. Essa ferramenta conta com larvicida e, assim que ela deposita seus ovos lá, não há uma evolução normal para se tornar um mosquito.”

Com a medida, importada da Holanda, o secretário de Saúde, Felippe Machado, espera amenizar a epidemia de dengue na cidade.

“Aqui, em Londrina, inovamos sendo uma das cidades pioneiras no Brasil e provavelmente no mundo [a usar essas armadilhas]. Espalhamos mais de mil armadilhas pela cidade para que possamos reduzir esses índices da dengue.”

A realidade no estado é ainda mais crítica. O Paraná já registrou, até 14 de março, mais de 124 mil casos prováveis de dengue. Das 106 mortes confirmadas no país em decorrência da doença em 2020, 45 foram registradas no estado, segundo informações do Ministério da Saúde.

Entre as medidas de prevenção, o Ministério da Saúde recomenda ainda tampar os tonéis e caixas d'água, mantenha as calhas sempre limpas; deixar garrafas sempre viradas com a boca para baixo, manter lixeiras bem tampadas e preencher pratos de vasos de plantas com areia. Por isso,a luta contra o Aedes não pode parar.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Com quase sete mil casos confirmados de dengue de agosto do ano passado, as autoridades em saúde de Londrina têm buscado alternativas para combater o mosquito que transmite também a Zika e a chikungunya.

Além de mutirões e fiscalização de imóveis pela cidade, a Secretaria de Saúde espalhou armadilhas contra o Aedes aegypti em bairros com maior concentração de casos, como União da Vitória e Santa Fé. Quem explica como funciona o método é o secretário de Saúde, Felippe Machado.

TEC./SONORA: Felippe Machado, secretário de Saúde de Londrina

“O objetivo é atrair a fêmea do Aedes, para que ela possa depositar os ovos. Essa ferramenta conta com larvicida e, assim que ela deposita seus ovos lá, não há uma evolução normal para se tornar um mosquito.”

Com a medida, importada da Holanda, o secretário de Saúde, Felippe Machado, espera amenizar a epidemia de dengue na cidade.

TEC./SONORA: Felippe Machado, secretário de Saúde de Londrina

“Aqui, em Londrina, inovamos sendo uma das cidades pioneiras no Brasil e provavelmente no mundo [a usar essas armadilhas]. Espalhamos mais de mil armadilhas pela cidade para que possamos reduzir esses índices da dengue.”

A realidade no estado é ainda mais crítica. O Paraná já registrou, até 14 de março, mais de 124 mil casos prováveis de dengue. Das 106 mortes confirmadas no país em decorrência da doença em 2020, 45 foram registradas no estado, segundo informações do Ministério da Saúde.

Entre as medidas de prevenção, o Ministério da Saúde recomenda ainda tampar os tonéis e caixas d'água, mantenha as calhas sempre limpas; deixar garrafas sempre viradas com a boca para baixo, manter lixeiras bem tampadas e preencher pratos de vasos de plantas com areia. Por isso, a luta contra o Aedes não pode parar.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

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