Educação·31 de dezembro de 2018

Livros didáticos serão divididos por áreas de conhecimento a partir de 2021

<p>Editoras, redes de ensino e professores ter&atilde;o at&eacute; 3 anos para se adaptarem &agrave; nova reforma</p>

Por Agência do Rádio
Áudio · 00:01:36
Ouvir áudio · 00:01:36Copiar texto

A partir de 2021, as escolas devem receber livros didáticos do Ensino Médio em um novo formato. É que após a aprovação da reforma do Ensino Médio, os livros serão organizados por áreas de conhecimento e não por disciplinas específicas, como acontece hoje.

O desafio é que os professores, editoras e as redes de ensino consigam se adaptar a esse novo modelo. As áreas são divididas por: ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática.

De acordo com o Programa Nacional de Livro Didático, apenas as obras de português e matemática serão específicas das disciplinas, uma vez que, segundo a reforma, elas serão as únicas obrigatórias durante os três anos de Ensino Médio.

Além disso, a previsão é de que até 2021 as editoras produzam conteúdos para serem estudados à distância. As novas diretrizes permitem que 20% do conteúdo seja repassado à distância. Para quem estuda à noite, essa porcentagem chega a 30%. Já alunos do programa de Educação para Jovens e Adultos, o EJA, 80% do conteúdo pode ser ensinado à distância.

A ideia é que a partir de 2019, o Ministério da Educação lance o edital para as editoras começarem a produzir os materiais. Ainda não há informações sobre como o presidente eleito Jair Bolsonaro conduzirá os processos da reforma, mas, ainda em campanha, ele afirmou que é necessário trazer mudanças para a educação básica. Além de combater supostos ensinamentos de esquerda em sala de aula.

Reportagem, Sara Rodrigues

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Agência do Rádio