Brasil - Energia·27 de abril de 2021

Lei que isenta amapaenses do pagamento de 1 mês de energia elétrica é publicada

Motivo foi a falta de luz que afetou o estado por cerca de 80h em novembro de 2020. Lei foi sancionada com vetos por Bolsonaro

Por Poliana FonteneleGraduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na Rádio Senado e no CRTV do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e atualmente atua como apresentadora e produtora no podcast cineaspectos. No Brasil 61, já realizou críticas de filmes para a antiga coluna Diversão em Pauta e integrou a equipe de relacionamento, antes de vir para a redação.
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Nesta terça-feira (27), foi publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 14.146/2021, que isenta os consumidores de municípios do Amapá do pagamento de fatura referente a um mês de energia elétrica. Em novembro do ano passado, 13 das 16 cidades do estado foram afetadas pela falta de luz por cerca de 80 horas, causando prejuízos a moradores e empresários.

A lei foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro. O trecho afetado era o que isentaria os consumidores de baixa renda do Amapá de três faturas extras de energia elétrica, além dos 30 dias já isentados inicialmente.

Segundo o governo federal, o veto ao trecho foi necessário porque a isenção das tarifas geraria novos gastos aos cofres públicos. Os parlamentares ainda poderão apreciar o veto e decidirem mantê-lo ou derrubá-lo.

Nesta terça-feira (27), foi publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 14.146/2021, que isenta os consumidores de municípios do Amapá do pagamento de fatura referente a um mês de energia elétrica. Em novembro do ano passado, 13 das 16 cidades do estado foram afetadas pela falta de luz por cerca de 80 horas, causando prejuízos a moradores e empresários.

A lei foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro. O trecho afetado era o que isentaria os consumidores de baixa renda do Amapá de três faturas extras de energia elétrica, além dos 30 dias já isentados inicialmente.

Segundo o governo federal, o veto ao trecho foi necessário porque a isenção das tarifas geraria novos gastos aos cofres públicos. Os parlamentares ainda poderão apreciar o veto e decidirem mantê-lo ou derrubá-lo.

Reportagem, Poliana Fontenele

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Sobre a repórter

Poliana Fontenele

Graduada em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Estagiou na Rádio Senado e no CRTV do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e atualmente atua como apresentadora e produtora no podcast cineaspectos. No Brasil 61, já realizou críticas de filmes para a antiga coluna Diversão em Pauta e integrou a equipe de relacionamento, antes de vir para a redação.