Política·09 de março de 2019

Justiça determina bloqueio de bens de Beto Richa e família

Na decisão, a Justiça também determinou o bloqueio dos bens do contador da família, Dirceu Pupo, em até R$4,5 milhões

Por Juliana GonçalvesA carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.
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Os bens e contas financeiras da família e do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram bloqueados após uma determinação da 23ª Vara Federal de Curitiba.

O bloqueio acontece por conta da Operação Integração, em que Beto Richa, a ex-primeira-dama Fernanda Richa e um dos filhos do casal, André Richa são réus. A investigação apura o pagamento de propina a agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná. Segundo o Ministério Público Federal, o ex-governador teria recebido propina das concessionárias de pedágio no Paraná e lavava esse dinheiro com a compra de imóveis colocados em nome da empresa Ocaporã. 

De acordo com a decisão, o valor  do bloqueio representa a soma de R$ 4,7 milhões que o MPF afirma que Beto Richa recebeu em propinas e doações, além dos R$ 82,5 milhões de danos causados aos usuários dos serviços públicos e a pena de multa máxima de cerca de R$ 79 milhões.

Além dos bloqueios dos bens de Richa, a Justiça também determinou R$4,5 milhões fossem bloqueados do contador da família, Dirceu Pupo.

Esse tipo de bloqueio é determinado pela justiça para garantir o pagamento de multas, a reparação dos danos e custas processuais. O bloqueio também se aplica aos imóveis e carros que estão em nome do ex-governador, de sua esposa e de seu filho.

Os bens e contas financeiras da família e do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), foram bloqueados após uma determinação da 23ª Vara Federal de Curitiba.

O bloqueio acontece por conta da Operação Integração, em que Beto Richa, a ex-primeira-dama Fernanda Richa e um dos filhos do casal, André Richa são réus. A investigação apura o pagamento de propina a agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná. Segundo o Ministério Público Federal, o ex-governador teria recebido propina das concessionárias de pedágio no Paraná e lavava esse dinheiro com a compra de imóveis colocados em nome da empresa Ocaporã. 

De acordo com a decisão, o valor  do bloqueio representa a soma de R$ 4,7 milhões que o MPF afirma que Beto Richa recebeu em propinas e doações, além dos R$ 82,5 milhões de danos causados aos usuários dos serviços públicos e a pena de multa máxima de cerca de R$ 79 milhões.


Além dos bloqueios dos bens de Richa, a Justiça também determinou R$4,5 milhões fossem bloqueados do contador da família, Driceu Pupo.

Esse tipo de bloqueio é determinado pela justiça para garantir o pagamento de multas, a reparação dos danos e custas processuais. O bloqueio também se aplica aos imóveis e carros que estão em nome do ex-governador, de sua esposa e de seu filho.

Reportagem, Juliana Gonçalves 
 

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Sobre a repórter

Juliana Gonçalves

A carreira jornalística de Juliana deu início com assessoria de imprensa. Após um tempo, entrou como estagiária na redação da Agência do Rádio. Trabalhou, também, na TV Band com foco em política por um tempo e voltou para nossa redação como repórter em 2018.