Brasil·24 de maio de 2019

Justiça bloqueia R$ 3,5 bilhões de partidos, políticos e empresas em fase da Lava Jato

Entre os parlamentares que respondem ao processo estão o líder do governo no Senado Fernando Bezerra Coelho, o ex-senador Valdir Raupp e o deputado federal Eduardo da Fonte

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A Justiça Federal de Curitiba anunciou, nesta sexta-feira (24), que bloqueou cerca de R$ 3,5 bilhões do MDB, do PSB, de políticos e de empresas. A medida é referente a uma ação de improbidade administrativa da Operação Lava Jato, movida pelo Ministério Público Federal e pela Petrobras.

Entre os parlamentares que respondem ao processo, estão o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE).

O valor atribuído a Fernando Bezerra e ao espólio de Eduardo Campos, que faleceu em 2014, ultrapassa R$ 258 milhões. Antes de ingressar no MDB, em 2018, o líder do governo no Senado era filiado ao PSB e chegou a ser líder da legenda na Casa. Já as empresas envolvidas na ação são a Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental.

O pedido dos bloqueios por parte do MPF havia sido feito à primeira instância da Justiça, que negou a solicitação. Os promotores, então, recorreram à segunda instância.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) autorizou o bloqueio e alegou que há indícios da prática de atos de improbidade por líderes de partidos e agentes públicos em prejuízo ao erário.

A Justiça Federal de Curitiba anunciou, nesta sexta-feira (24), que bloqueou cerca de R$ 3,5 bilhões do MDB, do PSB, de políticos e de empresas. A medida é referente a uma ação de improbidade administrativa da Operação Lava Jato, movida pelo Ministério Público Federal e pela Petrobras.

Entre os parlamentares que respondem ao processo, estão o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE).

O valor atribuído a Fernando Bezerra e ao espólio de Eduardo Campos, que faleceu em 2014, ultrapassa R$ 258 milhões. Antes de ingressar no MDB, em 2018, o líder do governo no Senado era filiado ao PSB e chegou a ser líder da legenda na Casa. Já as empresas envolvidas na ação são a Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental.

O pedido dos bloqueios por parte do MPF havia sido feito à primeira instância da Justiça, que negou a solicitação. Os promotores, então, recorreram à segunda instância.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) autorizou o bloqueio e alegou que há indícios da prática de atos de improbidade por líderes de partidos e agentes públicos em prejuízo ao erário.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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