Brasil·03 de abril de 2018

JUDICIÁRIO: Presidente do STF pede serenidade para exposição de ideias e posições

<p>O pronunciamento da ministra ocorreu a dois dias do julgamento pela Corte do habeas corpus do ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva,</p>

Por Agência do Rádio
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Em pronunciamento pela TV Justiça no início da noite desta segunda-feira,3, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, ressaltou que ademocracia brasileira é fruto da luta de muitos e pediu a todos os brasileiros serenidade para que as diferenças ideológicas não sejam fonte de desordem social. Cármen Lúcia defende que haja respeito as opiniões diferentes.

 
SONORA: Ministra Cármen Lúcia.
 
"A democracia brasileira é fruto da luta de muitos, e fora da democracia não há respeito ao direito e nem esperança de justiça e ética. Vivemos tempo de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições, por isso mesmo, este é um tempo que se há de se pedir serenidade, serenidade para que as diferencias ideológicas não sejam fonte de desordem social." 
 
REPÓRTER: O pronunciamento da ministra ocorreu a dois dias do julgamento pela Corte do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ocorrerá nesta quarta-feira, dia 4. O tom da manifestação é marcado pelo apelo por respeito à democracia e a ideias divergentes. De acordo com a presidente do Supremo Tribunal Federal, o fortalecimento da democracia brasileira depende da coesão cívica para a convivência tranquila de todos.
 
SONORA: Ministra Cármen Lúcia.
 
"O fortalecimento da democracia brasileira depende da coesão cívica para a convivência tranquila de todos, problemas se resolve com racionalidade, competência, equilíbrio e respeito aos direitos. Problemas resolve-se garantindo a observância da constituição   e da legislação vigente, papel fundamental conferido ao poder judiciário que vem cumprindo com rigor".
 
REPÓRTER:A ministra Cármen Lúcia destacou também em seu pronunciamento que gerações de brasileiros ajudaram a construir uma sociedade que se pretende livre, justa e solidária, em que não podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições, apenas porque têm ideias e práticas próprias.
 
Reportagem, Storni Jr.  
 

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