O Brasil passa por uma situação delicada por conta da pandemia do novo coronavírus. No entanto, a prefeitura de Itápolis (SP) pede à população que não baixe a guarda contra outo inimigo já conhecido: o Aedes aegypti. O cuidado é necessário porque, de acordo com dados da Secretaria de Estadual de Saúde de São Paulo, o município confirmou, entre janeiro e fevereiro deste ano, mais de 720 casos de dengue. Ao todo, foram 863 notificações. O número é o maior entre os municípios da microrregião de Araraquara.
A prefeitura disponibilizou, no site da Secretaria Municipal de Saúde, dicas de como cada cidadão pode agir dentro da própria cara para evitar a proliferação do mosquito. Entre as recomendações estão manter caixas d’água bem fechadas, remover galhos e folhas de calhas, mantenha garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, guardar pneus em locais cobertos, não deixe brinquedos pelo quintal, verifique as vasilhas de água dos animais, além de ralos, especialmente de áreas menos utilizadas.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
O estado de São Paulo registrou 19 mortes em decorrência da dengue em 2020, segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde em março. Em relação à Chikungunya, outra doença transmitida pelo Aedes, o estado teve 391 casos prováveis notificados. Já a Zika é responsável por 131 ocorrências entre os paulistas.
O médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz, Cláudio Maierovitch, explica que as três doenças são transmitidas pelo mesmo mosquito, mas por vírus diferentes. Por isso, segundo o especialista, os sintomas, apesar de parecidos, apresentam diferenças entre eles.
“A dengue tem como marcas características dor de cabeça muito forte, especialmente atrás dos olhos, febre alta e dores no corpo inteiro. A Chikungunya, tem como sua marca principal a dor nas articulações e a dificuldade de caminhar e de ficar em pé. A pessoa tende a ficar com o corpo curvo, e deitado na cama. No caso de Zika, a marca principal são as manchas na pele que aparecem antes da febre, em geral acompanhadas de coceiras no corpo e vermelhidão nos olhos.”
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.
O Brasil passa por uma situação delicada por conta da pandemia do novo coronavírus. No entanto, a prefeitura de Itápolis (SP) pede à população que não baixe a guarda contra outo inimigo já conhecido: o Aedes aegypti. O cuidado é necessário porque, de acordo com dados da Secretaria de Estadual de Saúde de São Paulo, o município confirmou, entre janeiro e fevereiro deste ano, mais de 720 casos de dengue. Ao todo, foram 863 notificações. O número é o maior entre os municípios da microrregião de Araraquara.
A prefeitura disponibilizou, no site da Secretaria Municipal de Saúde, dicas de como cada cidadão pode agir dentro da própria cara para evitar a proliferação do mosquito. Entre as recomendações estão manter caixas d’água bem fechadas, remover galhos e folhas de calhas, mantenha garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, guardar pneus em locais cobertos, não deixe brinquedos pelo quintal, verifique as vasilhas de água dos animais, além de ralos, especialmente de áreas menos utilizadas.
O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.
TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira
“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.
O estado de São Paulo registrou 19 mortes em decorrência da dengue em 2020, segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde em março. Em relação à Chikungunya, outra doença transmitida pelo Aedes, o estado teve 391 casos prováveis notificados. Já a Zika é responsável por 131 ocorrências entre os paulistas.
O médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz, Cláudio Maierovitch, explica que as três doenças são transmitidas pelo mesmo mosquito, mas por vírus diferentes. Por isso, segundo o especialista, os sintomas, apesar de parecidos, apresentam diferenças entre eles.
TEC./SONORA: Cláudio Maierovitch, médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz
“A dengue tem como marcas características dor de cabeça muito forte, especialmente atrás dos olhos, febre alta e dores no corpo inteiro. A Chikungunya, tem como sua marca principal a dor nas articulações e a dificuldade de caminhar e de ficar em pé. A pessoa tende a ficar com o corpo curvo, e deitado na cama. No caso de Zika, a marca principal são as manchas na pele que aparecem antes da febre, em geral acompanhadas de coceiras no corpo e vermelhidão nos olhos.”
E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.