TEC./SONORA: Emilinha Zarpellon, chefe da Unidade de Coleta e Transfusão.
“Normalmente, quando nós temos feriado, nós procuramos fazer uma coleta maior para ter estoque. Mas sempre há falta de um sangue negativo, que é mais necessário, um A ou O negativo. Mas de um modo geral, não passamos necessidade de algum tipo de sangue porque daí a gente fornece com outras unidades. Nós temos Ponta Grossa, Guarapuava, Curitiba, que nos ajudam, caso precise.”
TEC./SONORA: Silvio Cabral, supervisor de produção.
“Eu motivo a estar doando sangue, a estar ajudando o próximo, porque a gente pode um dia precisar. Então, por isso que eu doo sangue. Eu escutei os mitos, mas nunca me afetou isso. Eu sempre pensei em voltar a doar novamente. Eu acho que teria que ter mais mídia, mais divulgação para a gente conseguir mais doadores.”