Economia - Inflação·11 de agosto de 2023

IPCA registra inflação para o mês de julho

Grupo de transporte registrou as maiores altas de preço

Por Luigi Mauri
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O IPCA, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (11), registra inflação de 0,12% em julho.

Em junho deste ano, o índice havia registrado deflação de 0,08%.

No ano, o IPCA acumula alta de 3,00% e, nos últimos 12 meses, de 4,00%, acima dos 3,15% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. 

Em julho de 2022, a variação havia sido de -0,68%.

A alta observada em julho foi principalmente motivada pelo grupo de transportes, que teve variação de 1,50%. Neste grupo, o resultado foi influenciado principalmente pelo aumento nos preços da gasolina (4,75%). 

Em relação aos demais combustíveis (4,15%), foram registradas altas no gás veicular (3,84%) e no etanol (1,57%), enquanto o óleo diesel caiu 1,37%. As altas da passagem aérea (4,97%) e do automóvel novo (1,65%) também contribuíram para o resultado do grupo.

Cabe ainda destacar a alta do pedágio (2,44%), devido a um reajuste no estado de São Paulo. 

Além deste grupo, as despesas pessoais subiram 0,38%. 

Por parte das quedas, estão habitação (-1,01%), alimentação e bebidas (-0,46%) e vestuário (-0,24%). 

No grupo de habitação, a maior queda veio da energia elétrica residencial, em 3,90%. 

Porém, reajustes de alta no setor ocorreram nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Curitiba. 

O item de alimentação no domicílio obteve a segunda queda consecutiva, com destaque para os menores preços do feijão-carioca (-9,24%), do óleo de soja (-4,77%), do frango em pedaços (-2,64%), das carnes (-2,14%) e do leite longa vida (-1,86%). 

A alimentação fora do domicílio também desacelerou, de 0,46% em junho para 0,21% em julho. 

A maior alta de inflação foi registrada nas capitais Belém e Porto Alegre. 

Por outro lado, as maiores quedas de preço foram observadas em Belo Horizonte e São Paulo, respectivamente. 

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 

LOC.: O IPCA, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (11), registra inflação de 0,12% em julho.

Em junho deste ano, o índice havia registrado deflação.

Em 2023 e nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta.

A alta observada em julho foi principalmente motivada pelo grupo de transportes, que teve variação de 1,50%. Neste grupo, o resultado foi influenciado principalmente pelo aumento nos preços da gasolina, de demais combustíveis, de passagens aéreas e do automóvel novo. 

Cabe ainda destacar a alta do pedágio na categoria, devido a um reajuste no estado de São Paulo. 

Além deste grupo, as despesas pessoais subiram 0,40%. 

Por parte das quedas, estão habitação, alimentação, bebidas e vestuário. 

No grupo de habitação, a maior queda veio da energia elétrica residencial, em 3,90%. 

Porém, reajustes de alta no setor ocorreram nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Curitiba. 

O item de alimentação no domicílio obteve a segunda queda consecutiva, com destaque para os menores preços do feijão-carioca, do óleo de soja, do frango em pedaços, das carnes e do leite longa vida. 

A alimentação fora do domicílio também desacelerou.

A maior alta de inflação foi registrada nas capitais Belém e Porto Alegre. 

Por outro lado, as maiores quedas de preço foram observadas em Belo Horizonte e São Paulo, respectivamente. 

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Lívia Azevedo. 
 

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